
“Dã. Olá senhor Bummer. Estou muito… Dã. A Lisa está aqui e disse que o seu nome é Bonner, e não Bummer. Não vou começar de novo porque não sei mexer nessa droga de computador e… Baarrrrrrtttttttt… Onde se meteu esse moleque? Dã.
O senhor ainda está aí? Aproveitando, poderia me dizer por que existe uma tecla chamada “home” e não “homer”? Hahahahaha. Dã. Desculpe a piada, é que gosto muito de novidades e… Maargeeeeeeeee… Preciso de mais uma cerveja.
A Marge também está aqui e disse que adora o seu programa. Bem, eu nem sabia o que significava esse tal de “Jornal Nacional”. Como você deve saber, em casa todos gostam muito do “Comichão e Coçadinha” e do “Show do Krusty”. Esses são bons e tão inteligentes quanto o seu. Meu favorito mesmo é o “Knight Boat”. O senhor assiste?
Já fiquei cansado. Dã. Será que posso continuar amanhã? A Lisa diz que não. Então, agora ela assumiu a digitação e vou apenas ditar.
Caríssimo e sarcástico… Olha, a Lisa é que escreveu “sarcástico”, pois eu não sei o que é isso. Enfim, essa porcaria toda é apenas pra pedir um carregamento de rosquinhas e cerveja aqui para Springfield.
Certo, esqueça o pedido. Pelo visto, a Lisa não vai deixar eu escrever o que quero, então passemos direto ao motivo deste mail: agradecer a lembrança de meu nome como espectador-padrão do seu programa.
Fiquei realmente satisfeito. Mesmo preferindo o outro padrão, o da Ana Paula, o meu não faz feio. Apesar de lembrar do Brasil apenas por causa dos macacos nas ruas, gostei muito quando me avisaram que o senhor disse (metaforicamente, claro) que o sujeito que assiste ao “Jornal Nacional” gosta de ficar no sofá, tem raciocínio lento e é preguiçoso.
Caramba. Quer dizer que sou o símbolo de quase 34 pontos de audiência todas as noites? Uau. Prometo honrar isso e nunca mudar. Pode contar comigo. Se, claro, eu puder contar com você.
Por favor, senhor Bonner, não faça nada que me tire do sofá. Não exiba nada que me faça esquecer por alguns segundos minha cerveja. Não comente nada que deixe meu raciocínio mais rápido. Não deixe que eu perca esse título.
A partir de agora, vou assistir ao seu show. E prometo ficar cada vez mais estúpido. Graças a você. Obrigado, senhor Bonner.
Agora eu vou. Ah, desculpe se fui um pouco confuso nos últimos parágrafos, mas a Lisa resolveu escrever bonito. Eu, particularmente, achei tudo muito chato.
Do seu fiel admirador,
Homer Simpsons.”
Baarrrrrrtttttttt?
Essa mensagem tá muito grande. Macho que é macho, não lê tudo isso!
? a primeira vez q entro no seu blog(sem trocadílhos). Gostei muito, principalmente das dicas para gorilasexual, faltou dizer q as camisetas só são abandonadas quando alguém as joga fora sem te avisar, ou quando a barriga cresce muito. Mas vamos ao Homer, eu não consegui entender pq tanta gente ficou revoltada com o exemplo do Bonner, oq eu entendi é q o JN é feito para q um sujeito como o Homer possa entender, oq não significa q todos os telespectadores do referido sajam tão antas como o Homer. Outra coisa q não entendo é o motivo da indignação com esse assunto, q tem se espalhado na net, principalmente entre jornalistas e aspirantes a jornalista. Eu nunca achei q o Jornal nacional fosse feito para informar, muito menos q fosse feito para o Lex Lutor. Já pensou um jornal com um público tão diferenciado nivelado por cima e não por baixo? Seria a glória do Gil Gomes q ainda estaria com o se Aqui e Agora no ar.