
Mel Gibson é mais popular do que Brad Pitt entre as mulheres. Pelo menos entre (literalmente) aquelas que vibram (com trocadilho) por produtos eróticos.
Segundo pesquisa realizada em sex shops da cidade do Rio de Janeiro, o vibrador apelidado de Mel Gibson é o campeão de vendas. Brad Pitt é o segundo mais procurado.
Pra você que finge desconhecer o mundo: vibrador é aquele negócio (ui) que lembra remotamente um falo e serve de estímulo sexual.
Sim, eu sei que o australiano de olhos azuis dirigiu “A Paixão de Cristo”. E que o galã norte-americano teve sérios problemas com o calcanhar (e não outro membro) em “Tróia”. E não entendo o quanto isso influenciou na preferência das mocinhas em busca de um prazer, digamos assim, mais “pilhado”.
Porém, lasco aqui meu palpite: a única vantagem são os diferenciais. O nome pouco importa. Observem os acessórios adicionais do vibrador de nome Mel Gibson:
- faz movimento de vaivém e tem um beija-flor (!) massageador na parte dianteira.
Já o do Brad Pitt conquistou a Jennifer Aniston e a Angelina Jolie, mas apenas treme.
Assim, podemos afirmar: sou um estúpido que não sabe ganhar um mísero centavo explorando as deliciosas safadezas dos outros.
Para não perder tempo, o site MPNM lança alguns novos modelos de vibradores no mercado. A saber:
- Vibrador Marcos Valério: tem a cabeça muito lisa e já vem com uma caixinha 2 especial para ser guardada em cofres ou lugares escondidos.
- Vibrador José Dirceu: permanece sempre duro, mas nunca perde a ternura.
- Vibrador Reynaldo Gianecchini: vem lubrificado com graxa.
- Vibrador Romário: pequeno, escorregadio e eficiente. Está sempre na cara do gol.
- Vibrador Tony Ramos: peludo.
- Vibrador Dorival Caymmi: leeeeeennnnntooooo. Mexe devagar. Mas gostoso. Ideal para sexo tântrico.
- Vibrador José Serra: começa a vibrar, mas pára no meio.
- Vibrador João Kleber: não funciona. É uma pegadinha.
E você? Sugira algum que lançamos por aqui.
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