
E alguns leitores casuais deste sítio (os fiéis são apenas cinco –e aumentando) têm nos acusado de machistas, apenas porque aparentemente desprezamos um pouquinho os metrossexuais.
Queridos, não são seus olhos, não. Realmente acreditamos (temos certeza mesmo) que os metros fazem parte de uma camada de homens que ainda não atingiram o topo da evolução da espécie.
Pois bem, pra comprovar nossa tese, vem essa notícia da Irlanda (terra de bêbados, de James Joyce e do nosso amigo Camarão, ou seja, os caras sabem o que dizem e fazem).
Arqueólogos lá daqueles lados de cima localizaram um fóssil de 2,3 mil anos com o cabelo emplastado com óleos vegetais e resinas de pinheiro. Além disso, o “machão” da Idade do Ferro (ah, piada pronta…) também passava essa espécie de gel nos pêlos pubianos. Pra quê? Pra ficar mais biiito, pôxa. Um vaidoso, esse irlandês.
Não acharam outros esqueletos (pelo menos até agora) com os mesmos cuidados. Ou seja, o sujeito tentou inventar moda, mas não conseguiu muitos seguidores (não naquela época).
Sim, minha gente, talvez o primeiro metrossexual da história, fã de cabelinho cuidado com elementos suspeitos era da Irlanda. Bem, pelo menos temos aí um fóssil morto, pois alguns vivos circulam soltos nas grandes cidades e até jogam bola.
Satisfeitos? Cadê a evolução dessas criaturas depois de mais de dois mil anos? Tsc, tsc, tsc. Por isso acreditamos cada vez mais na nossa tchurma, capaz de andar pra frente e buscar a essência do macho, e não olhar pra trás pedindo socorro.
Para quem se interessou: o cabelo do irlandês estava penteado pra cima.
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