“Como todo menino de engenho, tive uma iniciação que não teria tido na cidade. No engenho você vê os animais, o touro cobrindo a vaca… E eu fui iniciado no uso de uma vaca. Experimentei o contato pecaminoso com uma vaca! (Gilberto Freyre)
Calma Gilberto, não precisa ficar horrorizado. Afinal, todos nós machos iniciamos nossa vida sexual com uma vaca seja no sentido literal, seu caso, seja no sentido figurado, caso dos urbanóides como eu.
Antes que alguma pequena se revolte, deixem-me explicar, não estou dizendo que toda gente que um dia comi foi vaca, mas sim, que quando não sabia comer direito, uma vaca ensinou-me o B-A-BA do amor.
Afinal, se não fosse vaca não iria transar com um garoto assustado que mal sabia o que fazer com seu penduricalho.
Relax, my brother! A vaca é sagrada na Índia, pense no lado positivo, estimado Gilberto. Por constar deste texto profano, espero que nenhum hindu queira me queimar vivo ou arrancar minha pele!
Não é a toa que o camarada lá da frase escreveu “Casa Grande e Senzala”, será que se ele estivesse no nosso tempo escreveria “Minha Cama e uma Vaca”, pois se há algo que não tem mais nenhuma graça é política, agora o sexo foi, é e será sempre uma ótima vávula de escape para as pessoas inteligentes. Quem se habilita a responder?
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