
Desculpem, mas já estou no ritmo do zirigdum-skindun lê -lê, e como não podia deixar de ser, como todo bom brasileiro, louvo uma bela, suculenta e curvilínea bunda!
Convenhamos, nunca mais a Globo conseguirá suprir a lacuna existencial deixada pela bunda de Valéria Valença, a minha, a sua, a nossa eterna Globeleza.
O magnetismo daquela bunda foi tamanho, que até descobrimos a mulher a frente daquele patrimônio nacional. Tenra, malemolente, cheia de amor para dar, aquela bunda fez história na TV, deixando muito marido roxo de frente ao Plim-Plim no horário do intervalo.
Ah, ela sambava e como sambava! Envolta em uma mistura de glitter e “pozinho de pirlimpimpim”, a moça encantava nosso carnaval, parecia que ela, não a moça, mas a bunda tinha vida própria. Uma ora era metade para lá e outra para cá, “de repente não mas que de repente”, ficava toda durinha e parada em uma inacreditável inclinação de 75°. Insanamente, tremia toda trazendo-nos uma indagação mais do que clássica : “Decifra-me ou devoro-te?
Devora-me, afinal carnaval é para isso mesmo, porra!
A Globo tem tentado empurrar uma nova Globeleza, mas provavelmente o cara que selecionou o casting não entende nada do binômio mulher-carnaval, talvez, e aí vai uma dica, se ele acessasse nosso site, veria que carnaval é uma festa do povo e povo gosta de luxo, como já definiu o eterno carnavalesco Joãozinho Trinta, e luxo para o povo é opulência, sustância, carne e convenhamos a atual não tem essa bagagem ou bagageiro.
A Globeleza foi uma escolha do coração e o povo ao contrário do que pensa a “inteligentsia” sabe. Um homem, na verdade o príncipe da nossa musa, conhecido pela alcunha de Hans, escolheu a moça, casou com ela, pois sabia que seria um artigo único na nossa eterna fantasia de senhor e escrava. A atual, talvez tenha sido escolhida por alguém que nem mesmo goste de mulher, nada contra os gays santa, não precisa xingar, mas no carnaval todo mundo rasga a fantasia e a fantasia de todo macho em tempos de carnaval é uma suculenta beldade de ébano que evoca nossas fantasias mais sórdidas, escondidas nos recônditos de nossas almas.
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