
Para comprovar que nossa tese está certa e que um homem pode ser elegante sem ser “afrescalhado” ou como é correto chamar hoje em dia “metrosexual”, visitamos na última terça-feira (28) o Ronnie Von, “O príncipe”, o homem que fez e faz as nossas mães, tias e sogras suspirarem. É leitor sua mãe também já teve desejo, viu? Se você não sabe lidar com isso vai para terapia, de preferência freudiana, que lá você aprende , tá?
E não é que o “cabra” ainda bate um bolão a frente do “Todo Seu”, na TV Gazeta, ele nos acolheu, dois pobres diabos, um reles Gordo e o outro um reles Careca, tão bem e de forma tão carinhosa, que convenhamos alguém não se torna Príncipe à toa ou é direito divino ou por aclamação. No caso dele, chegou pelos dois caminhos: Deus o presenteou com aquele puta olhão azul e uma franja de dar inveja e de quebra não há mulher que resista ao jeito de bom moço brincalhão que o fez ser aclamado por todas ao posto pelo qual hoje o conhecemos.
Ele nos pediu, e nós não nos fizemos de rogado, afinal não podíamos deixar de atender o pedido de um Príncipe. O Careca sapecou um texto lírico e onanista sobre a beleza dos pelos pubianos em homenagem a Eterna Deusa Vera Fischer, aliás amiga do Príncipe, e alvo perpétuo dos fotógrafos ansiosos por defenestrá-la de seu trono com fotos de um pontinho de celulite ou uma montanha de pelos. Bobos, não sabem que quem foi rainha, nunca perde a majestade.
Assim, com esse misto de admiração e uma “inveja branca” pudemos comprovar que é sim possível ser bonito sem ser bobo, ser elegante sem ser fresco e ser Príncipe sem parecer sapo. Obrigado, Ronnie Von!
E eu não me conformo de ter perdido. Não me conformo. Droga!