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Sexo

29/08/2006 - 11h02

Heloísa Helena, da pérfida Albion

O título está esquisito eu sei, acreditem 10 leitoras, mas é por uma boa causa. Heloísa Helena a candidata do Pê Esse Ó Ele, como algumas emissoras de TV insistem em chamar o PSOL contrariando todo e qualquer manual de redação razoavelmente bem escrito e o bom senso, nem se diga, com seu figurino de camiseta com “golinha estranha”, sempre a mesma golinha, torço por seus assessores que não seja a mesma camiseta, lembra exatamente a Rainha Vitória, da Inglaterra, com suas “golinhas bufantes” e moral ilibada, que tornaram o termo vitorianismo sinônimo de moralismo e puritanismo ao longo do século XIX.

As coincidências não param por aí, a Inglaterra foi chamada pelo Marquês de Ximenes, um poeta obviamente, a pérfida Albion, onde segundo ele se dizia uma coisa e praticava-se outra, fenômeno ao qual atribuímos atualmente o nome de triste realidade política brasileira.

A nossa rainha Vitória, isso mesmo a Heloísa Helena, nossa Virgem Maria disposta a nos redimir de todos os pecados, que está acima do bem e do mal, vocifera que tudo tem uma solução global, vamos dar terra, ótimo, mas uma dúvida de quem irá ser tirada a terra e como.

Também dará moradias urbanas, não perguntem como, afinal tudo tem uma solução global e a idéia é resolver o problema do déficit habitacional nas grandes metrópoles dando casas, oras, não parece óbvio?

Sobre os juros então, basta pensarmos que o Brasil é um grande mercado consumidor e por isso tudo irá se resolver com num passe de mágica.

Ah, já ia me esquecendo, pergunte também sobre o amigo dela, o tal Evo Morales, afinal ela que tanto o defendeu resolverá uma eventual alta de preços exigindo que o país vizinho pague pelas perdas do investimento nacional feito por lá.

Parece piada, mas para responder como as coisas acontecerão num eventual governo dela, ao que tudo indica as coisas se resolverão com um pouco de xamanismo e bastante messianismo.

Para não dizer que eu pego no pé dela, porque sou um pequeno burguês de um grande centro urbano, infelizmente, pois preferia ser um grande burguês, vou contar a vocês sobre um tal Lin Zexu.

O tal era comissário imperial do Cantão, encarregado de combater o tráfico de ópio na costa chinesa que preocupado com o que chamava a “fumaça bárbara”, resolveu apelar à rainha tão cheia de “moral e bons costumes” que interviesse junto aos seus súditos que comerciavam ópio.

Em resposta, a rainha Vitória argumentou que bem pouco podia proceder sobre aquele assunto visto que seu reino advogava a favor do livre comércio. Além disso, um tanto de ópio era consumido sim pelos ingleses na forma de láudano e que seus efeitos não era assim tão devastadores.

Moral da história: até hoje especula-se que a rainha Vitória era famosa na Corte por suas intermináveis crises de flatulência e logo depois de responder ao Lin, tenha ido receber o banana do seu marido voltar de uma caçada à raposa.

Espero que para bom entendedor, minha anedota baste!



por Gordo

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5 Comentários »

Luciaurea
2006-09-03 19:41:21

Gordo, voce esta olhando a Heloisa Helena com olhos de vesgo. Os babadinhos combinam com sua figurinha e aquele rabo de cavalos que deve deixar muito marmanjo suspirando.

Deixe de ser bôbo, voce ainda precisa olhar mais para ela. Pele branquinha e bem cuidada, roupinha de algodão, tudo natural. O namorado dela deve seu um sonho!!!!!

Rainha Vitoria? Fora do alvo.

Luciaurea

 
2006-09-05 13:28:04

Pô, curto tanto a HH!, fala mal dela não. Pra ter presidente que não vale nada e fale mal, prefiro um que valha alguma coisa e me faça rir. Assisti à sua entrevista do Jornal da Globo, ela estava em ótima forma, interrompendo vociferante quaisquer intervenções dos apresentadores. Mas não é que, por mais que ela demorasse, ela chegava a responder as perguntas? De forma superficial, sehr klar, mas respondia. E nem enunciou “eu luto contra a ética” ou sem-noções do gênero. Tomara que o PSOL consiga ultrapassar a barreira eleitoral…
Abraços, F.

 
Lalala
2006-09-09 20:00:25

Esses últimos parágrados foram uma bela cópia hein? http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/2004/10/25/000.htm

Meu querido, recomendo que faça mais e fale menos!!!

 
2006-10-12 16:38:44

Ultrapassou-se em muito o século 19 e ainda se vê comomentários que deixariam muitos boquiabertos.

Criticar é fácil, aliás, o ser humano em sua grande maioria vê a crítica como uma forma de capacidade intelectual. Muito que bem, esse argumento poderia ser até aceitável quando consubstancia de maiores elementos que subsistam em sí mesmos.

A pré-falada crítica esposada, distancia-se em muito disto, cai para o mau gosto resido, que faz destoar a intenção menor e soleter, que foi o de ofender, diminuir, negligenciar e banalizar a pessoa da Senadora.

Se suas propostas são boas, se são ruins, coube ao povo pelo sufrágio universal dizê-lo, mas teve a coragem e a força necessária colocar suas idéias e pensamentos, de forma leal e justa, até para que, sofre-se e assumi-se a conclusão destas. Contudo também de forma legal, correta e educada, fato infelizmente em muito distanciado das infelizes palavras lançadas.

Não sinto pena, que é coisa dos fracos, mas sinto-me absolutamente envergonhado (subsumindo-me na pessoa da Senadora) pois ofende a todos os brasileiros que votaram e acreditaram em suas propostas.

Neste ponto, necessário enfatizar, que medidas como está (as palavras proferidas) chegam a ofender seis milhões de pessoas (eu não estou dentre elas, diga-se de passagem, pois não votei na Senadora, mas tem meu respeito), número reprsentativo que foi terminantemente maculado pelo tal nominado “gordo” que é incapaz de nominar-se a sí mesmo por seu verdadeiro nome, que a rigor está por ferir norma imperativa cogente que trata o Código Penal e demais leis extravagantes.

Uma pena que o Senhor Gordo, não se colocou a serviço do país, há fazer uma construção mais elaborada e profícua do primeiro torno, bandeando-se para um enfadonho jogo infantíl de palavras que não o levou alugar nenhum, só ao seu dicrédito pessoal.

 
Louise
2006-10-13 12:59:02

Ao Senhor Paulo:

Faço minhas as suas palavras, e peço que o senhor reflita sobre elas.

“(…) há fazer uma construção mais elaborada e profícua do primeiro torno, bandeando-se para um enfadonho jogo infantíl de palavras que não o levou alugar nenhum, só ao seu dicrédito pessoal. “

 

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