
O mundo hoje se divide entre aqueles que fazem parte das corporações (leia-se: poder) e o resto (meu time, inclusive).
Mas não era nada disso que eu gostaria de escrever. Acontece que para entrar no mercado e participar do jogo, a moçada tem que pensar grande e ser ÃO.
Pois eu estou fora. Todos querem ser os melhores, os mais malvados, os mais bonitos e realizar grandes feitos. Neguinho atravessa o mundo em cinco dias (a nado), e logo um outro quer fazer a mesma coisa em 12 horas.
Um inventa um robô do tamanho do Colosso de Rodes. Dois minutos depois alguém diz que criou um rival com o dobro de altura. E assim tropeça a humanidade.
Então, faço aqui uma homenagem aos que se contentam com pouco. Aos homens e mulheres que se dedicaram a inventar pequenas coisas – e que são úteis pra sempre.
PINTO PEQUENO
O japonês Kittasuro Niegui era um simpático ronin – guerreiro de aluguel - que atuava no Japão Feudal Medieval Concêntrico. Sempre vivendo entre espadas e samurais, logo se afeiçoou às formas masculinas e virou um sagaz anatomista.
Cansado de batalhas e de saco cheio por ter que defender a propriedade privada (dos outros), pretendia se aposentar e virar gueixa.
Logo percebeu que seu rosto delicado poderia enganar os míopes, mas não disfarçaria sua protuberante e considerável – 33cm em repouso - “jebiatsunei” (“enorme jeba de jumento”, em japonês medieval concêntrico).
Kittasuro Niegui (ou Kitty, para os íntimos – dizem que ele deu origem à marca Hello Kitty) passou o resto de sua vida criando poções e remédios para diminuir o tamanho do próprio material.
Enlouquecido, misturava seus experimentos no saquê dos outros ronins, contaminando a rapaziada com o potente vírus do “piu-piu pequeno”.
Como aquela gangue andava por todo o Japão – e, consequentemente, passava seus códigos genéticos para todas – dizem que assim surgiu a lenda sobre o tamanho diminuto dos pintos de orientais.
Quando morreu, Kitty não tinha um, mas três pênis – e todos na marca dos 11cm em estado ereto.

CLIPE
Alguém teve que inventar o clipe, pois se dependesse de você…
Em 1900, o norueguês Johann Waaler era o sujeito mais endividado de Oslo, pois vinha de oito casamentos fracassados – com cinco mulheres, dois vikings e um bacalhau bem jeitoso.
Dono de uma fábrica de gelo, o pobre coitado ensacou metade dos Países Nórdicos para arrecadar grana e honrar suas promissórias.
Mas, as contas não paravam de chegar. E todos nós sabemos que contas em norueguês são terríveis.
Um dia, revoltado com aquele monte de papel inútil que se acumulava pelos diversos ambientes de sua casa (hipotecada, obviamente), ele teve a brilhante idéia de juntar aquela tralha toda e colocar numa imensa fogueira – quando chegasse o verão, claro.
Um ano depois ele patenteou o clipe na Alemanha. Como ele teve a idéia? Ora, eu disse que ia contar quem inventou e não como a coisa toda aconteceu. Use a sua brilhante dedução. O nome do santo você já tem. Descubra o milagre.

ROLHA
Surgiu exatamente como você está pensando. Estudar algo é fascinante por isso. Às vezes a gente brinca, acha que o mundo é uma piada, e quando resolve ir aos livros, saca que a coisa toda aconteceu como sua mente pervertida imaginou.
Pulemos os detalhes. O fato é que Johannson Strauss Schumacher era sapateiro numa cidadezinha ao sul de Munique em pleno século 13 (infelizmente não sei se foi AC ou DC).
Primeiramente, ele inventou os tais Jardins de Cerveja, onde todos poderiam encher a cara sem se preocupar com o amanhã (afinal, ainda não existia a lenda do aquecimento global).
É claro que o efeito colateral foi terrível. Ao misturar repolho, joelho de porco, salsichão e 15 barris de chope, ninguém agüentava.
O estrondo da diarréia podia ser ouvido em Berlim, que ficava muito, mas muito longe daqueles bêbados – na verdade, acho que o barulho atravessou os séculos, pois nem Berlim existia.
Johannson Strauss Schumacher ficou preocupadíssimo, pois seus jardins poderiam falir. Eis que nosso herói se lembrou da cortiça que usava para fazer as solas de seus sapatos e criou um dispositivo para retardar o efeito dos gases na rapaziada – pelo menos até eles saírem do jardim. Estava criada a rolha.
Fiquem tranqüilos, pois procurei em três fontes diferentes. A história é a mesma, apenas com alteração do sobrenome de Johannson Strauss Schumacher (em um livro ele é chamado de Johannson Strauss Kronenbier e, em outro, de Johannson Strauss Norteña – o que é estranho, pois o Uruguai ainda não tinha sido descoberto). Pensando bem, acho que a Alemanha também não se chamava Alemanha… Bem, fiquemos com essa versão, por enquanto.
Sinceramente, estou exausto. Assim que descobrir outras histórias, faço novas homenagens. E vocês podem enviar pedidos que eu prometo pesquisar e contar aqui as fantásticas histórias de pequenas invenções que mudaram o mundo.
Minha pequena (sem trocadilho) colaboração:
Gravata (fonte: \’La grande Historie de la Cravate\’, Flamarion, Paris, 1994)
Em 1635, um grupo de 6 mil metrossexuais da Croácia foram a Paris manifestar seu apoio aos transformistas franceses. Eles, com gel nos cabelos, unhas com base e peitos depilados, caminharam nus, usavam apenas uma tira de pano no pescoço como uniforme. A dos oficiais era feita de algodão e seda e a dos soldados rasos, de um tecido grosseiro. O elemento caiu no gosto dos nobres franceses da corte - um bando de bichonas - e foi adotado sob a expressão a la croate. Ela deu origem ao termo francês cravate, que por sua vez originou a palavra gravata.
RESPOSTA:
Hiro,
não conhecia essa. Muito bom. Fico feliz por estimular essa busca pelo conhecimento. Imaginar que algo hoje tão formal começou para celebrar os transformistas… Viva a história! Abs,
Careca
Careca, obrigada pelas sábias palavras. Faltou só a foto do pintinho, pô…
RESPOSTA:
Falha minha. Esqueci de avisar que aquilo ali não é uma rolha… Rere.
Careca
ADORO LER ESTA CULTURA QUE VC PROPORCIONA…RS
BEIJOS
CURTA O MUNDO DAS PIADAS
Preciso urgente de alguma rolhas para presentear a minha sogra. Onde posso encontrá-las ?
COMENTÁRIO:
Beba umas quatro garrafas de vinho, pegue as rolhas e ofereça para a sua sogra. Nada como dar presentes bêbados (com duplo sentido).
Careca
KCT ESSAS PIADAS SÃO UMA MERDA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
LIBERDADE DE EXPRESSAÃO
COMENTÁRIO:
É isso aí! Liberdade!
lLoIrInHaH mIgUxInHaH , volte p/ o orkut ! os textos sao muito bem elaborados , demais p/ sua escassa capacidade intelectual .
UHUAHSHAUSHAUSHUAHHH FALA SERIO
Um belo dia hamilton Clark, um Inglês tipico estava querendo dar uma passeio com seu namoradO, mas não tinha como pagar o bonde inglês e seu namorado era gigolô de estrada, então Clark teve um brilhante ideia mas não a contou a ninguem, Clark remoendo a akela grande ideia querendo falar pra alguem mas não podendo falar com medo de q a roubassem Hamilton foi pra casa do namorado pra contar a ele, mas no meio do caminho ele dissistiu, ele então resolveu ir contar a sua descoberta a seu pai, famoso Cafetão londrino, mas qnd Clark vai encontar com seu pai, eis q passa um bonde na hora e atropela nosso querido Clark e ninguem fica sabendo o q ele ia inventar….
É uma pena neh…
COMENTÁRIO:
Parece que ele inventou a buzina. Ou melhor, inventaram por causa dele. Horrível essa…
Careca
não Careca, ja descobri o q ele inventou, ele inventou o curioso…rsrsrsrs.; abs
COMENTÁRIO:
E o azarado. Abs.
Careca
Gente ignorante é foda! Liberdade de expressão!!!!
COMENTÁRIO:
Liberdade!
Sei que vcs tem competencia,procure piadas melhore…
COMENTÁRIO:
Não era uma piada. Mas vamos procurar mesmo assim. Abraços,
Careca