
Desculpe-me caro Careca, mas terei de abrir meu texto lhe dando um belo puxão de orelha, que negócio é esse de entrevistar a Paula Braun e deixar o sócio de fora, uma senhora Bunda daquela, no melhor dos sentidos Paulinha, merece dois não bundões entrevistando no mínimo. Mas, tudo bem, afinal me senti representado pela saraivada de perguntas distribuídas à pequena, que diga-se de passagem não se fez de rogada e deu com a língua nos dentes, ai delícia!
Bunda é algo que deveria ser sagrado no Brasil, chutar uma bunda, ou um derriére como já a chamaram um dia por aqui, deveria ser sacrilégio ou crime inafiançável no país do faz de conta. Em terra de cego quem tem um olho é rei e em terra de bunda, quem tem uma como a da garçonete de “Cheiro do Ralo” é o que?
Mas vamos aos fatos: “Quem nunca ficou obcecado por uma bunda suburbana que atire a primeira pedra!”
Não há nada visualmente mais excitante para um homem, de verdade, o que obviamente exclui metrossexuais em geral, sujeitos que acotovelam-se com suas respectivas pequenas para se olharem no espelho e aqueles que fazem luzes nos cabelos, do que aquela bela e suculenta bunda imprensada na famigerada e mundialmente famosa calça branca apertada.
Há uma bunda da qual nunca consegui me esquecer, nos meus tempos de solteiro, sempre uso essa apóstrofe para me isentar de problemas em casa, freqüentava algumas escolas de samba, a Nenê sempre foi minha predileta, lá na Vila Matilde, escondida no meio da Zona Leste, tive uma espécie de visão, como dizem os místicos, a bunda de uma passista de ébano que vira e mexe volta a me assombrar como o fantasma do pai de Hamelet.
Ela, a bunda, parecia ter vida própria, aliás duas vidas, cada lado mexia sozinho, independente do outro, num furor carnavalesco que nunca vi igual. Ela vinha sorrindo, girando, sambando, mexendo com seu top azul e sua indefectível calça branca, as cores da escola, azul e branco, numa volúpia sem igual, num ensaio que literalmente dava água na boca.
Quando assisti ao filme, esta imagem emergiu do meu inconsciente com tal força, que imagino só o velho e bom Lourenço seja capaz de entender, quem sabe o Selton Mello também, afinal laboratório serve para que, não é mesmo?
As bundas suburbanas sobem e descem escadas incontáveis, morros, irrompem estrebarias, em exercícios que a academia não consegue reproduzir, esqueçam meninas, a vida de quem mora nos fundões de São Paulo guarda alguns segredos deliciosos que só um olhar apurado de um macho que se preze é capaz de decifrar.
Aliás, aquela bunda, parecia com a Esfinge da mitologia grega que assolava a cidade de Tebas, que teve seu enigma decifrado por Édipo, aquele mesmo que comeu a própria mãe sem saber e ficou cego, decifra-me ou te devoro!
No caso fiz minha escolha: que a bunda me devore!
PS: para quem quiser saber mais sobre “O Enigma da Esfinge”, basta acessar o link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Enigma_da_Esfinge
bunda bunda bunda nada mais gratificante do que ficar apertando e acariciando uma bela bunda feminina.
RESPOSTA:
Sérgio,
Só apertando, meu caro? Beijando, besuntando e muito mais. Uma bunda merece o cuidado de uma prece hedonista e muito mais.
Abs,
Gordo
É realmente a bunda é um patrimônio e quem tem uma mulher com um belo digamos atributo, deve fazer de tudo pra não deixar escapar a não ser lógico que encontre uma mellhor. Mas aí ainda tem o fato de que você deve avaliar as donas, pois creio que seja melhor ter uma bunda com algo a mais do simplesmente a dita cuja. Valeu
Leonardo,
Cuidado com a sua filosofia, pois é melhor uma bunda na mão do que duas passeando.
Abs,
Gordo
bom! sou do rs e queria dizer que vi vcs no programa do jô ontem e tbm falar sobre as causas kuinor aquelas causas pretas que as mulheres usam coladinhas as tais de calsa legue calsa kuinor é por que toda galinha fica boa há kuinor é um caldo de galinha que tem aqui no sul não sei se tem ai tbm um abração
sim sim!
Por minhas indas e vindas pelos bailes funks, não foram as poucas vezes em que cometi loucuras por uma bunda dessas! Louco por essas bundas, que vestem as calças da pxc e da gang, ja rodei o RJ inteiro, e posso dizer! O carioca é um povo feliz! Voltando nas calças que vestem as bundas, as melhores sao as brancas e as jens claros! aquelas que ficam com a canela de fora! uhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, que deliiiicia!
Porem, acabei acalmando, encontrei uma bunda linda, porem minha namorada nao usa esses tipos de calça!! Encho o saco dela, mas nada!
Ate que o dia dos namorados, dei uma calça desas!! uhhhhhhhhhhh, quando comprava ja estava imaginando nela a calça, e quase gozei! Ainda bem que relaxei!
Levei feliz, tentando força-la a usar! E ….. Eis que ela chora ! disse que m,eu presente era um atestado de piranha!! que é isso! ! quanta imaturidade!!!
Por causa dela, eu sou traumatizado até hj !! Nao posso ver bunda de calça branca da pxc !! Ai ai ai!!
dificilmente comento quando chego em blogs assim ao acaso, cheguei procurando sobre O Cheiro do Ralo, pois acabei de fazer um post sobre o filme no meu blog, mas seu texto é ótimo e fui obrigado a comentar!!!
parabéns!