
Osama bin Laden, o fundador da Al-Qaeda, em determinado período de sua vida desenvolveu uma teoria bem particular sobre as mulheres e a possibilidade da poligamia: “Uma é bom, como caminhar. Duas é como andar de bicicleta: rápido, mas um pouco instável. Três é um triciclo: estável, mas lento. Mas quando chegamos a quatro, ah! É o ideal. Você consegue ultrapassar todo mundo!”.
Assim o homem mais procurado do mundo defendeu o número ideal de casamentos (ao mesmo tempo): quatro. Não foi lá uma teoria tão profunda ou bem fundamentada, mas é uma opinião, enfim. Respeitemos.
Aliás, Bin Laden nunca foi o que podemos chamar de gênio na hora de escrever ou formular uma argumentação. Sempre preferiu executar – em vez de ser um pensador. Pelo menos é isso o que diz o escritor e jornalista norte-americano Lawrence Wright, autor do livraço “O Vulto das Torres”.
São 500 páginas de muita aventura, sangue e terror - como convém a histórias de não-ficção num mundo que caminha para o precipício.
Mas sempre foi assim, não, desde a expulsão do paraíso? A vantagem é que agora podemos assistir tudo em real time e com som dolby. Show.
O trabalho de Wright vale cada esforço de concentração para entendermos localizações geográficas, nomes árabes etc. - o livro é um amplo painel sobre os conflitos no Oriente Médio nos últimos 50 anos.
E também descobrimos coisas como as que abrem este artigo. Não é que o Bin Laden fez uma pequena dissertação para desposar quatro mulheres simultaneamente? E o cara escolhia (ou escolhe) bem pacas. Pelo relato, ele sempre se aproximou de pequenas inteligentes, prósperas e dedicadas.
Por que digo isso mesmo? Ah, sim, porque penso aqui sobre relacionamentos e as leis que regem cada união entre os homens.
Todos devem fazer como Osama. Buscar um código, uma argumentação própria (e propícia) para manter uma união (ou várias).

Sem essa de seguir regras papais, sograis ou paternais. Já falamos sobre isso. Um casal tem que conversar sim, colocar a teoria na mesa e sacar qual aquela que serve para que os dois durmam de conchinha no final do dia.
Acho um porre essa turma que critica a sigla DR (Discutir a Relação). Tem que discutir sim, porra!
(Desculpem o palavreado, mas ainda estou contaminado pelo diretor Cláudio Assis e seu urgente - e bom pra cacete - “Baixio das Bestas”. Logo mais comentamos.)
Desde que inventaram esse preconceito em relação à DR, o planeta piorou. Casais ficaram infelizes, cada um para um lado com suas caladas frustrações. Homens tiveram que desabafar com garçons. Mulheres ficaram amigas de estilistas.
Claro, em casa o negócio todo parece comercial de margarina… Todo dia uma felicidade só, com pão quente e sorrisos de meia-boca.
Afinal, se alguém mencionar que pretende DR, pronto. O caos está instalado. Ninguém quer ouvir nada. Alguém disse que DR dá cadeia. A humanidade acreditou.
Pois eu quero um movimento pela volta da DR. O pessoal tem que se encontrar, tomar umas biritas, fumar uns cigarros e dar um jeito no amor.
Papai tem que ir pra casa hoje e falar: “Sente aí, mulher. Vamos discutir a relação. Seguinte, não está funcionando. Precisamos transar mais ou vou pegar a Martha, secretária do escritório. Ah, e quero sim sexo oral no chuveiro”.
A mamãe também. Hoje, na hora do jantar, deve se virar e lascar: “Seguinte, não está funcionando. Precisamos transar mais ou vou pegar o Márcio, personal trainner do prédio. Ah, e não gosto daqueles tabefes que você me dá na bunda. Acho chato”.
E eles ririam disso tudo. E poderão formular uma teoria para o casamento dar certo. Com uma, duas ou mais pessoas no meio. Ou com ninguém. Ou seguindo a “Bíblia”. Ou até mesmo a história do Bin Laden (aliás, que bela ligação entre velocidade e casamento, hein?).
O que não pode é ficar calado, ignorando a DR. Pois ela fica lá, feito um vírus incubado.
A DR pode salvar o globo, pessoal.
Vamos ao movimento do DR!
Acho que até todos nós termos o dom da telepatia, ler pensamentos, é necessário conversar, discutir a realção. Fica meio difícil o(a) parceiro(a) saber o que queremos se não falarmos. Deixar a discussão para depois sempre é mais complicado, acumula coisas ruins de ambos e ai pega fogo! Não discutir é bem pior, fica no ar algo de falsidade, aparências, comercial de margarina foi um bom exemplo.
DR é doloroso, mas a recompensa que pode vir depois dele vale muito a pena. Dormir de conchinha é o que há!
Beijos
Careca
Acho que DR virou bicho papão porque, em algum momento da história, as mulheres fizeram disso um esporte. Assim, bastava o gajo deixar a tampa da privada levantada e pronto, lá vinha uma DR. Com direito a comparação de signos, questionários da revista Cláudia e evocações à opinião da tia (sempre tem uma tia).
Neste contexto, convenhamos, a DR não discute a rotina: a DR é a rotina. E uma rotina chata pra dedéu (sempre tem um dedéu).
Logo, embora ainda ache que diálogo entre casais é diferente de DR´s (essencialmente chatas), eu não vou me apegar a detalhes e vou concordar com vc, porém fazendo uma única ressalva (sempre há uma ressalva):
DR´s sim. Mas use com moderação.
RESPOSTA:
Claro, claro… Sem dúvida, abusaram da DR. Seu slogan fecha com precisão mais uma teoria do nosso sítio. Abs,
Careca
viva a DR
…concordo plenamente com a movimentaçao.
acho q o medo de ter q mudar alguma coisa.. todo o trabalho q isso dah.. ou de se expor e tal.. isso atrapalha muito o bom andamento das drs..
bem.. viva as Drs
qnd sai as camisas?
RESPOSTA:
Marta,
o modelo P e M da camiseta \”Eu quero discutir a relação\” será um hit. Não há dúvidas.
Careca
Se as pessoas aprendessem a conversar, a vida a dois seria tão mais fácil.
Sem brigas, sem gritos, sem “bico” ou silêncios pesados… Só um “não gostei do que você disse” ou “não quero ir em tal lugar”… Simples!
Eu sou a favor da conversa e essa vem antes da DR, porque DR implica mais de uma coisa pra se resolver, o quer dizer que você já vinha acumulando mágoas. E esse é o começo do fim…
Viva o boa e velha conversa!!!
O problema maior é que discutir a relação sempre acaba em discussão!
concordo muito com vc,acho que falta issu mesmu na relação,DR essa é a fórmula para a relação dá certo é se a maioria dos homens gostassem também de DR,aaaaaaa logo digo pra vc ,com certeza entenderiam o q passa nas nossas kbças femeninas,as vezes só queremos ser ouvidas assim como nós ouvimos vcs,enfim melhoraria sim é muito a vida a dois…
bjussss aninha
In!
Casa comigo?
hahahahaha
Totalmente a favor do DR. Facilita, simplifica, e deixa tudo mais gostoso e resolvido!