
Cá estou , queridas e queridos leitores, abandonado ao sabor do vento na cidade de Franca entre diversos intelectuais no seminário do GEL (Grupo de Estudos Lingüísticos do Estado de São Paulo). E devo dizer que vi e ouvi trabalhos maravilhosos sobre o cyber espaço e os blogs, nosso mundinho, não é mesmo?
Me deparei com um trabalho bacana de autoria de Fernanda Müller (UFSC) sobre as correspondências de Clarice Lispector, num simpósio criativamente intitulado: “Violando lacres: a publicação de correspondências.
Daí resolvi reproduzir aqui uma carta de Clarice enviada para Fernando Sabino, já que a Fernanda distribuiu esta carta entre os presentes e acho que ela muito tem a ver sobre as vezes que não queremos escrever e temos de escrever e tantos outros silêncios oportunos, a seguir:
Washington, 25 de outubro 1954
Clarisse Lispector foi uma mulher espetacular,e uma escritora impar, sempre escrevendo sobre sentimentos e senssações,o que não poderia ser diferente nessa carta ao Fernando Sabino, carta belissíma onde~épossível sentir os sentimentos de Clarisse oa escreve-la.
bjs e adorei o artigo.
COMENTÁRIO:
É o silêncio e seu significado é uma constante na vida das pessoas que ainda escrevem, como nós ….
Gordo
Olha, pesquiso em meio a documentações, registros e um monte de velharias! E o que mais gosto de ler são as cartas e os diários pessoais. É incrivel saber o que as pessoas sentem ou expressam privadamente. Adoro! E as coisas da Clarice são sempre lindas, né?
Bjs
COMENTÁRIO:
É a vida privada sempre tem algo de secreto, não é mesmo?
Beijo,
Gordo