
Sabe, dia desses, no meio daquela correria das grandes metrópoles, que só quem vive nelas consegue entender o porque de tamanha pressa, deparei-me com uma experiência interessante, indo viajar para o alto das montanhas mineiras, esqueci a mala com as minhas roupas e pasmem com as roupas da minha mulher, bem em frente ao elevador de serviço na garagem.
Talvez, alguns de vocês estejam pensando, uau, agora o Gordo tomou cartão vermelho da patroa!!! Essa é incrível, não há mulher que suporte um final de semana sem mudas de roupas. Tsc,tsc, tsc, pode ir parando. Tanto eu quanto a minha pequena, descobrimos que vive-se muito bem sem dezenas de roupas, sem grifes, sem lenço e sem documento.
Pode soar um tanto neo-hyppie ou neo-tropicalista, mas é verdade precisamos de bem pouco para viver, o difícil é perceber isso em meio a tanto apelo para o consumo desenfreado.Passei 4 dias na montanha, comprei uma bermuda na bucólica cidade, que não revelo o nome nem sob tortura, da marca Bokette, isso mesmo, podem acreditar e pulei sobre a balconista na loja que sacudia as duas últimas cuecas tamanho GG que havia na cidade, da incrível marca Toroba, isso mesmo. Sem falar das indefectíveis camisetas de turista para mim e para ela, com o nome da tal cidade.
Olha, é ótimo ter uma vida simples, querer muito frustra demais. Querer pouco torna abençoado tudo aquilo que chega. É incrível!!!
Cidade pequena, as pessoas te olham nos olhos, há um não sei bem o que entre a comunidade e os de fora, no caso eu e minha mulher. Uma cumplicidade ao estilo “pequeno príncipe”: “tu és responsável por aquilo que cativas”, ao menos as modelos de plantão devem lembrar!
Não morri, não briguei, não deixei de me divertir e até uma das cuecas me faz rir até agora, pois na pressa não havia reparado, mas um delas era de lycra, acreditem não há coisa mais ridícula do que uma cueca da lycra. Ao menos era branquinha, um pouco menos “fag”, pois aquele brilho deixaria a Priscila Rainha do Deserto com inveja de mim.
Minha mulher, confesso, de início tomou um choque, mas depois de alguns minutos se refez e rimos muito de toda essa história. É ótimo a vida simples de verdade, talvez a produção e os protagonistas de “simple life” daqui ou os original devessem aproveitar o ar do campo para pensar na possibilidade de viver com menos, sendo impossível, aos menos dar o valor adequado às coisas e descobrir que muito do que se vê por aqui é como diz o ditado: “Por fora bela viola, por dentro pão bolorento”.
Gordo, num tem essa…
Nada do que vc me disser vai tirar da minha cabeça que sua pequena só não lhe defenestrou por que a sorte estava do seu lado e a polícia da cidade tinha uma fama e tanto…
Ou Deus criou sua patroa e jogou a forma fora !
De qualquer modo, isso é uym caso em mil, meu velho…
Seja o artigo do Careca e vc enrarará a face da realidade !
COMENTÁRIO:
Classic V8,
Sem dúvida, a sorte definitivamente estava ao meu lado!!!
Abração,
Gordo
Caro Gordo,
Lendo seu texto me veio na minha mente, a minha saudosa lembrança do São João, São Pedro e outras festas mais que acontecem pelos interiores da minha querida Bahia.
Moro em Salvador desde que estava na barriga de minha querida mãe, mais amo o interior. Sei lá, minha alma é interiorana. Me sinto bem. Aliás quem não se sente? Basta chegar, que você é bem recebido. As cidades de interior, tendem a serem mais receptivas com os seus visitantes.
Enfim, não vou aqui escrever uma redação das minhas lembranças pelos interiores
Sabe Gordo, o que lhe aconteceu (de esquecer suas malas e ficar \”sem lenço e sem documento\”), foi uma prova de que estamos tão acostumados com as futilidades de uma cidade grande, que quando nos deparamos com a simplicidade de uma cidade pequena, ficamos admirados como conseguimos nos divertir e sermos felizes com tão pouca coisa.
Prova disso, foi este seu relato do que lhe aconteceu. Você conseguiu sobreviver com apenas uma bermuda, duas cuecas - lembrando que uma era de lycra e competia com as da Pryscila.
Agora me diga Gordo, você foi ou não foi feliz com tão pouco??
Abraços.
COMENTÁRIO:
Rafael,
Inclua nessas suas lembranças a culinária local, do tipo: pé-de-moleque, quebra-queixo, cocada, paçoca e…. uma infinidade de delícias. Desculpe-me, mas não sou gordo à toa, né?
Abs,
Gordo
Rsrsrsrsrs…
Pow Gordo, nem me fale.. E o famoso Milho Cozido?? O Amendoim cozido?? As Canjicas?? E outras tantas culinárias características do São João Nordestino.
E não só do São João.
Abração..
Que artigo adoravel Gordo, de fato podemos viver com pouco e sermos felizes com isso. Pena que nem todos nós conseguimos ver que nem tudo na vida é luxo, e que a simplicidade pode nos garantir bons momentos de alegria.
De que adianta estarmos belos por fora e por dentro um horror? bem lembrado do dito popular… e o que nos importar mesmo é ter um alguém para compartilhamos os nossos dias, os nossos momentos de alegria e tristeza, ter com quem compartilhar a nossa vida isso sim que é LUXO, isso sim que é ter uma vida regada a grife. Grifes como , AMOR ALEGRIA FELICIDADE, COMPANHEIRISMO, AMIZADE, CUMPLICIDADE, SEGUNRANÇA, LEALDADE, e por que não lembrar de outras grifes tão fomosa quanto mas que pocos adimitem que usam ou que já usaram, TRISTEZA, RAIVA, INSEGURANÇA, CÍUMES, INVEJA …
O que é relevante é ter com quem dividirmos tudo o que sentimos, e VIVA A VIDA SIMPLES.
bjs Gordo e parabéns pelo artigo, adorei.
ps. mas as vezes um pouco de \”futilidade\” não faz mal a ninguém
COMENTÁRIO:
Andréia,
Sei bem que um pouco de futilidade não faz mal a ninguém, a necessaire estava lá.
Beijo,
Gordo
vc tem razão amigo Gordo.
Nos grandes centros as pessoas n olhão se quer pra vc,e sim para o que vc esta usando.
o bem material esta tirando toda a pureza da vida simples.
viva o Bucolismo.
\” carpe diem\” para todos.
abs, Gordo!!!
COMENTÁRIO:
Diego,
Adorei sua participação por aqui, agora cuidado com o Carpe Diem e não vai se matar igual no filme se não puder ter uma vida simples.
Abs,
Gordo
Adorei ! Não consigo parar de rir ! Cueca Toroba e bermuda Bokette é demais ! Acho que ninguém vai acreditar !
bjs,
COMENTÁRIO:
Baby,
Me desculpe, mas nem eu ainda acredito, imagine os outros…
Beijão,
Gordo
Olá Gordo,
Nossa já pasei por isso não sei como vc pode relaxar e curtir o momento, poís isso já acnteceu comigo fiquei muito irritado e liguei muito para o Lugar o pior é que depois lembrando de tudo que aconteceu, ri a bessa — Eu realmente devia ter curtido mais….
Valew e parabens pelo Artigo
COMENTÁRIO:
Fernando,
Você devia ouvir mais nossa ministra e sexóloga: relaxa e goza, garoto!!!
Abração,
Gordo
Ameiiiiiiiiiiiiiiii
Cuide bem da sua esposa heim?!
Com a mesma atitude vc teria acabado com a viagem de mtas mulheressssssssss
Vc deve ter encontrado uma agulha no palheiro…Mas acho que ja sabe disso , né?
Afinal, casou com ela!
Bj mil
COMENTÁRIO:
Jaque,
As vezes nem eu acredito, mas num é que casei?
Beijão,
Gordo
Ahhhhhhh só as risadas c/ as marcas da bermuda e das cuecas já valeram a viagem…
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Qto ao consumismo exagerado é só lembrar q daqui 3 meses os shoppings estarão abertos 24h na véspera do natal….
Muito bom o artigo….valeu pelas risadas depois de um dia cansativo… hehe
COMENTÁRIO:
Paty,
Não foi engraçado mesmo?
beijo,
Gordo