
Sabe, nestas férias, que eu ainda nem tinha comentado por aqui, gastei algum dinheiro me deliciando na ilha onde fica o Haiti, só que no lado “rico”, a República Dominicana. E olha que nem precisei usar boina azul para fumar um bom charuto e chafurdar na noite caliente, ondulando entre o mar do caribe e o Atlântico Norte.
Tive a séria impressão de que eles definitivamente se ressentem por servir outros latinos, eles só gostam de servir americanos, gringos, povinho esquisito, com tanto merengue e esqueceram que são nossos irmãos!!!
Nem bem chegamos ao país, encontramos dois cavalheiros consertando nosso ar-condicionado no quarto, eu e a Baby nos entreolhamos, seria um mau presságio?
Passada a primeira impressão, passeamos muito!!! Surfei na famosa Playa Encuentro, ondas que não passaram de 6 pés, bem diferente daquilo alardeado pelo Careca como onda gigante, também me arrisquei na Playa Grande, escrevo em espanhol para não haver confusão com a nossa querida PG (litoral sul de São Paulo), cuja importância sentimental em minha vida é quase total, tipo primeira noite de um homem, saca?
Dançamos merengue, conhecemos uns canadenses alucinados e até o Joe Pesci pescou algumas barracudas comigo em Sosua Bay. Mergulhei em corais lindos, só não usufrui ao extremo a frondosa noite local, a exemplo do que acontece no Brasil, repleto de meninas da noite e velhos tarados dos EUA e da Europa.
Os inferninhos dominicanos realmente merecem uma menção especial, uma vez que são bares abertos, como os botecos de MPB da Vila Madalena, acreditem é algo um tanto quanto confuso, ainda mais quando você está acompanhado da patroa e um erro pode render horas de discussão sobre os seus maus hábitos de outrora. Fiquei curioso!!! Mas deixemos isso para lá!
Entre um resort, um hotel, um spa ou outro, existem muitas Carapicuíbas (cidade periférica da Grande São Paulo), e atravessamos muitas dessas cidades com gente de verdade e pobreza idem, a exemplo do nosso nordeste, para chegar a uma ilha paradisíaca na cidade de Samaná, a Isla de Cayo Levantado, mundialmente conhecida como a Ilha de Bacardi, eternizada pela propagando do run homônimo, delícia de homônimo, a palavra é feia, mas run é sempre uma delícia.
Bebi cerveja, mojito, piña colada entre outros drinks que me renderam alguma dor de cabeça e uma fotofobia indesejada, principalmente quando se está hospedado de frente para o mar. Espero que todos tenham tido um excelente passagem de anos e um 2008 cheio de beijos molhados e safados, com as maiores caribean vibreations!!!
Aíííí Gordo, como você é mau!
Porra, só prá me deixar com vontade, eh?????
hehehehehehehe
Mas beleza de férias, hein!? Da próxima, avisa a patroa prá se divertir também, aposto que deviam ter uns “nativos” bem saradões lá (também a exemplo do nordeste brasileiro) - ao invés de se preocupar com ciúme de você!!! huahuahuahauhauahua
Ao menos vocês deveriam ter aproveitado o cenário, perdendo tempo em borbulhas de amor, como fez uma amiga minha na praia do sono…. =P
Bjks***
COMENTÁRIO:
A idéia era só dar uma esnobada mesmo, no mais só borbulhas de amor minha querida, tal como cantadas pelo nosso glorioso cearense Fagner.
Beijinho,
Gordo
Porra isso que é ferias!
VALEU por me deixar com inveja….(srsrsrsrrsrsrsr)
Mas se bem que eu moro no nordeste, na Bahia para ser mais exata… tudo bem os bares e praias dominicanos são extremamente belos e intrigantes.
Nossas parias são belas, conheço um roteiro bem interessante.
Quem sabe quando o desemprego me abandonar, volto a curtir o litoral do eu estado do jeito que se deve.
Bjs Gordo, um xero e Bom retorno das ferias.
Qual é a sua profissão mesmo…?
Tá ganhando bem, hein…rsrs
Parabéns!!!!
E aí, para quem do RH da UOL eu envio meu currículo? hahahahahaha
COMENTÁRIO:
Caro Godoya,
É aquela velha história: Todo mundo vê as pingas que eu tomo, mas ninguém vê os tombos que eu levo!!!
Abs e boa sorte,
Gordo
Nosso caso nao são as pingas que voce toma, mas sim o rum hehehe…
Beijos
COMENTÁRIO:
Verdade, isso para não falar dos charutos…
Beijo,
Gordo