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	<title>Macho pero no Mucho</title>
	<link>http://machoperonomucho.uol.com.br</link>
	<description>Comportamento masculino, drogas, sexo e rock</description>
	<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 03:23:55 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Você quer um motorista ou um marido?</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 03:23:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Careca</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Rock'n roll]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia fui assistir ao “Jean Charles”, do Henrique Goldman. Tá, não achei nada extraordinário. Mas que trio de protagonistas, hein? Selton Mello (no melhor papel de sua carreira), Vanessa Giácomo (que passa vestida o filme inteiro, mesmo assim é absurdamente sexy – uma Alice Braga boa) e Luís Miranda (quase um cômico americano do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia fui assistir ao “Jean Charles”, do Henrique Goldman. Tá, não achei nada extraordinário. Mas que trio de protagonistas, hein? Selton Mello (no melhor papel de sua carreira), Vanessa Giácomo (que passa vestida o filme inteiro, mesmo assim é absurdamente sexy – uma Alice Braga boa) e Luís Miranda (quase um cômico americano do “Saturday Night Live”) estão supimpas, geniais mesmo.</p>
<p>Um dos roteiristas é o Marcelo Starobinas. Poxa, esse cara é um sujeito daqueles. Macho pero no mucho na veia. Trabalhei com o mano na “Folha de S.Paulo”. Lembro de uma vez em que estávamos um tanto “altos” (tínhamos inspirados os mesmos gases da molecada do “A Era do Gelo 3” na cena em que eles têm ataques de risos) e fomos comprar larica no Pão de Açúcar da rua  Mourato Coelho, na Vila Madalena, em São Paulo.</p>
<p>O Starobas (como chamávamos o sujeito) era – é – handicap, ou seja, usa cadeira de rodas. Mas dirigia como o Kurt Russel em “À Prova de Morte” , do Tarantino (aliás, filmaço que ainda não deu o ar da graça no Brasil). Que noite, meu povo. </p>
<p>Estacionamos num lugar privilegiado para deficientes (o Marcelo dirigia seu carro) e corremos (eu e ele, sério) pelo supermercado atrás de chocolate, doces, bolos e qualquer coisa que pudesse adoçar nossa melancólica existência (lembro que usei a cadeira de rodas naquele dia).</p>
<p>Ri como nunca. Por Deus, essas emoções são tão banais e ao mesmo tempo inesquecíveis, né não?</p>
<p>Ok, nem sei por que conto isso. Mas vocês entendem. Somos amigos, certo? Posso falar certas coisas politicamente incorretas.</p>
<p>Bom, voltando ao filme. Eu fui conferir a película num cinema (pasmem, não comprei o DVD pirata). E lá, antes da sessão propriamente dita começar, exibiram um comercial de carro.</p>
<p>Agora podem prestar atenção. Vou tentar ser o mais fiel Possível (não sei porque este computador coloca o P de Possível em caixa alta; deveria colocar o F, de Fiel) e narrar o comercial:</p>
<p><a href='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/07/carro.jpg' title='carro'><img src='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/07/carro.thumbnail.jpg' alt='carro' /></a></p>
<p>CENA 1<br />
Homens e mulheres – pelas roupas, executivos – estão numa mesa de restaurante. Um figurão fala alguma bobagem. Uma pequena pergunta para um sujeito bonitão de olhos azuis todo engravatado:</p>
<p>– Onde você gostaria de estar daqui a cinco anos?</p>
<p>O yuppie caliente faz cara de sexy, pensa um pouco e&#8230; Corta.</p>
<p>CENA 2<br />
O mesmo playboy da cena anterior está dirigindo um baita carro (o do comercial). Aparentemente sozinho, sorri e esmerilha numa estrada bacanérrima. A câmera corrige o foco e observamos que ele está ao lado da garota que acabou de perguntar onde ele gostaria de estar daqui a cinco anos. Obviamente são namorados ou formam um casal. Boa. Entendemos que o moleque gostaria de estar mandando ver nas quatro rodas e na pequena. Corta para:</p>
<p>CENA 3<br />
Voltamos para o almoço de negócios. O garotão acaba de sair de seu delírio. A menina (a mesma que perguntou antes) recebe o troco. O playba enfia na lata:  “E você? Onde gostaria de estar daqui a cinco anos?”.</p>
<p>A mocinha pensa um pouco e&#8230; Corta.</p>
<p>CENA 4<br />
Todo o começo é igual à cena 2, ou seja, o cara está dirigindo o carro. Nada de garota. Mesma trilha, mesmo carrão, mesmo tesão. A câmera se movimenta e&#8230; observamos que a mulher não está mais ao lado dele. Então, arrá, sacamos que a pequena está sentada atrás, no lugar do passageiro, lendo um jornal de economia. Obviamente não formam um casal. Ele é motorista da mulher, um relés funcionário. Corta.</p>
<p>Sacaram a moral da história?</p>
<p>Pois é, macho se imagina feliz ao lado de uma mulherzinha-lindinha. Já a donzela quer mesmo um motorista.</p>
<p>Vi pela décima vez essa peça publicitária nos últimos cinco dias. Alguma coisa ali estava me incomodando muito.</p>
<p>Finalmente percebi. Não é a melhor tradução do nosso tempo?</p>
<p>Os filósofos da modernidade ainda são os merdas dos publicitários. Eles perceberam mais do que ninguém que:</p>
<p>1. Homem quer carro e mulher gostosa como companheira;</p>
<p>2. Mulher quer carro e homem gostoso como&#8230; motorista.</p>
<p>Ora, é ou não é?</p>
<p>Por favor, digam que a publicidade está errada.</p>
<p>Onde você gostaria de estar daqui a cinco anos?</p>
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		<item>
		<title>Lançamento do livro do MPNM será dia 07 de julho em São Paulo</title>
		<link>http://machoperonomucho.uol.com.br/2009/06/30/lancamento-do-livro-do-mpnm-sera-dia-07-de-julho-em-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 22:38:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Careca</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Rock'n roll]]></category>

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		<description><![CDATA[Gordo e Careca têm o prazer (e bota prazer nisso) de convidar todos os seus leitores, amigos, desafetos e parentes para o lançamento do livro “Macho Pero No Mucho – As Melhores Crônicas”, que será realizado dia 07 de julho na Fnac Pinheiros (av. Pedroso de Morais, 858) das 19h às 22h.
Na ocasião, os presentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gordo e Careca têm o prazer (e bota prazer nisso) de convidar todos os seus leitores, amigos, desafetos e parentes para o lançamento do livro “Macho Pero No Mucho – As Melhores Crônicas”, que será realizado dia 07 de julho na Fnac Pinheiros (av. Pedroso de Morais, 858) das 19h às 22h.</p>
<p>Na ocasião, os presentes também serão abençoadas com uma noite de autógrafos e poderão presenciar um bate-papo histórico entre o apresentador e jornalista Marcelo Tas e o escritor Xico Sá, autores dos prefácios do livro.</p>
<p>O assunto será “o que é ser macho nos dias que correm (e como correm rápido)”.</p>
<p>“Macho Pero No Mucho – As Melhores Crônicas” também já está disponível neste site. Basta clicar ali em cima, naquela simpática pin up.</p>
<p>Esperamos todos vocês lá.</p>
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		<title>Dez regras para terminar uma relação</title>
		<link>http://machoperonomucho.uol.com.br/2009/06/30/dez-regras-para-terminar-uma-relacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 22:32:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Careca</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[Vocês sabem que a gente aqui não é muito chegado nessa história de auto-ajuda. Nem em lição de moral ou de coisas tipo “dez regras básicas” para isso ou aquilo.
Gostamos mesmo de dúvidas, de entrar em contradição, de ouvir todos os lados e sempre escrever besteiras sem saber onde vamos chegar (e, muitas vezes, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vocês sabem que a gente aqui não é muito chegado nessa história de auto-ajuda. Nem em lição de moral ou de coisas tipo “dez regras básicas” para isso ou aquilo.</p>
<p>Gostamos mesmo de dúvidas, de entrar em contradição, de ouvir todos os lados e sempre escrever besteiras sem saber onde vamos chegar (e, muitas vezes, de fato não chegamos a lugar algum).</p>
<p>Porém, quando necessitamos de algo chamativo e picareta, temos nosso assessor, pesquisador e professor-doutor sempre pronto pra fazer um levantamento e decretar verdades absolutas.</p>
<p>O nome desse mestre, desse ardiloso senhor dos sortilégios: Sir José Ortiega Muñonez, titular da cadeira de Ciências do Novo Macho na Universidad Defensores Del Chaco, situada na turística cidade de Falsificácion, no saudoso Paraguay.</p>
<p>Pois bem, depois desse prolixo preâmbulo, vamos aos fatos. E são dois.</p>
<p>O primeiro: tive o desprazer de assistir ao fracote “Ele Não Está Tão a fim de Você”, produção norte-americana com algumas bonitas pequenas (inexplicavelmente envelhecidas e sem graça no filme) e outros sarados garotões. Baseado em best-seller (eu devia ter desconfiado que o negócio seria uma bomba pra arrecadar mais algum tutu), o DVD mostra as agruras e felicidades (mais agruras, na verdade) de diversos relacionamentos.</p>
<p>O treco todo é meio sem ritmo, sem liga, feito bolo cozido em forno desregulado. Pra vocês terem uma idéia, só o Ben Affleck se salva, prova de que algo está errado pra cacete no filme.</p>
<p>O que me chamou a atenção é que existe ali todo um papo sobre como terminar um relacionamento. E que, na maioria das vezes, os machos fazem isso de forma sórdida, jogando toda a culpa na mulher (sendo que o sacana é ele).</p>
<p>E não é que é verdade? Macho nunca consegue dar um fim num namoro/casamento, mas quando vai em frente e decide acabar a parada, faz de uma forma tão enrolada, que a pequena acredita ser a culpada pelo fim de tudo.</p>
<p>Segundo (lembrem que falaria sobre dois fatos): estou bem curioso pra ver a exposição da artista francesa Sophie Calle, que levou o pé na bunda do escritor Grégoire Bouillier por e-mail.</p>
<p>Esperta como só uma gaulesa sabe ser, a danadinha transformou a dor em arte (bom, acho que sempre é assim). Ela enviou a despedida do namorado para 107 mulheres e pediu que cada uma interpretasse e respondesse o texto.</p>
<p>O resultado virou uma exposição (“Sophie Calle – Cuide de Você”) que passará por São Paulo e Salvador.</p>
<p>E os dois ex-pombinhos estarão na Flip, em Paraty, deste ano discutindo a relação (e o término dela).</p>
<p>Pra vocês terem uma breve idéia, o mail do mancebo termina com o clássico: “Gostaria que as coisas tivessem tomado um rumo diferente. Cuide de você”.</p>
<p>Típico, né, não? Porra, o cara tá terminando a bagaça. Então não gostaria nada de outro rumo, pô. Isso é história pra boi dormir (desculpem, me exaltei e acabei sendo chulo e usando clichês).</p>
<p><a href='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/06/sophie.jpg' title='sophie'><img src='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/06/sophie.thumbnail.jpg' alt='sophie' /></a></p>
<p>Intrigado com todas essas questões tão vitais para o natural desenvolvimento humano (principalmente nos países do Terceiro Mundo), encomendei uma pesquisa para o nobre José Ortiega Muñonez.</p>
<p>Para que não machuquemos mais as meninas (nem viremos objeto de chacota em exposição de uma francesa abusada), pedi para Ortiega descobrir qual a maneira ideal de um homem terminar seu relacionamento com uma mulher.</p>
<p>Depois de muitas entrevistas, cantadas e algum sexo, ele me mandou o seguinte documento (69 pequenas participaram da empreitada).</p>
<p><strong>10 REGRAS PRA TERMINAR UM RELACIONAMENTO</strong><br />
(homem termina com mulher)</p>
<p>-	Nunca termine por e-mail (nem use papel, carta ou mensagens pelo celular – enfim, não registre essa desgraça).</p>
<p>-	Não use as palavras “você merece muito mais”, “não sou bom o suficiente pra você”, “gostaria que as coisas tivessem outro rumo”.</p>
<p>-	Coloque toda a culpa em você.</p>
<p>-	Não diga que vai amá-la pra sempre (ou seja, não minta).</p>
<p>-	Não peça pra vocês se encontrarem de vez em quando.</p>
<p>-	Jamais mencione os problemas que ela apresentou na relação (você já está arrebentando o coração dela, pra que pisar em cima?).</p>
<p>-	Seja direto, simples e corajoso (elas detestam o bundão).</p>
<p>-	Não queira contar todos os seus podres, mentirinhas e merdas que cometeu durante o tempo em que ficaram juntos (nem que desejou a amiga dela etc.).</p>
<p>-	Leve-a pra casa e vá embora sem drama.</p>
<p>-	Diga que ela está liberada pra pegar aquele seu amigo que sempre foi alvo de elogios. Aliás, marque o encontro entre os dois.</p>
<p>Pronto. Agora, sabe quando um homem vai terminar um namoro seguindo pelo menos metade dessas regras? Pois é.</p>
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		<item>
		<title>Macho  Pero No Mucho: nosso programa de TV</title>
		<link>http://machoperonomucho.uol.com.br/2009/06/29/macho-pero-no-mucho-nosso-programa-de-tv/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 13:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gordo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA["Deu" na mídia]]></category>

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Muitas pessoas dizem que é difícil entrar na TV sem ter parente, sem ser afilhado, namorado, marido, tico-tico no fubá de alguém que já está dentro. Para comprovar que tudo isso não passa de uma lenda urbana, temos a ousadia de apresentar aos nossos leitores o nosso programa piloto de TV que contou com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="385">
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<param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/jEHKyS7PURw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0xe1600f&#038;color2=0xfebd01" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p>Muitas pessoas dizem que é difícil entrar na TV sem ter parente, sem ser afilhado, namorado, marido, tico-tico no fubá de alguém que já está dentro. Para comprovar que tudo isso não passa de uma lenda urbana, temos a ousadia de apresentar aos nossos leitores o nosso programa piloto de TV que contou com a ajuda de uma série de gente competente e famosa do meio artístico. Não percam!!! O nosso programa está no botão aí de cima: deu na mídia. Afinal, convenhamos, se o negócio é esse, estamos dando já faz algum tempo, não é mesmo?</p>
<p>Queremos ver se nossos leitores iniciam uma campanha, dessas de “marketing espontâneo” ou “viral” como preferem os entendidos, para levar o Macho Pero No Mucho para dentro da telinha. Encham o saco de todo diretor de programação que vocês conhecerem, vale inclusive encher o saco de assistente de produção, afinal precisamos um dia começar a ganhar algum cascalho com esse negócio para finalmente pagarmos o leite das crianças e porque não a pinga nossa de cada dia ou vocês acham que dá para escrever desse jeito e sobre esses temas, assim de cara lavada.</p>
<p>Vale tudo, mandem para quem vocês quiserem, mas pelo amor de Deus, se é que ele existe, não nos deixem de fora dessa onda de programas de TV feitos com base em sites da Internet, somos felizes fazendo isso, mas seremos ainda mais caso consigamos finalmente tornar nossa marca mundialmente conhecida, guardada a devida megalomania.</p>
<p>Esse programa-piloto não aconteceria sem a ajuda afável de nossa querida Marisa Orth, Wando, Caco Ciocler, Xico Sá e um outro montão de gente que fica por de trás das cortinas da produtora GW. A todos os amigos que abraçaram o projeto o nosso abraço aos manos e beijos para as minas, pois sem vocês essa idéia não sairia do papel.</p>
<p>Mandem para os Marinho, para os Abravanel, para os Garneiro, para os Macedo, para os Saad, para os Civita, para os Justus, para os Nizans, para os Mendonças, para os Thompsons,  enfim para toda essa gente graúda que pode em um única canetada, como um passe de mágica transformar nossos bolsos com jeitão de abóbora em uma carruagem dourada rumo a fama e ao dinheiro.</p>
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		<title>&#8220;O adultério é a aplicação dos princípios democráticos ao amor.&#8221; (Henry Louis Mencken)</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 09:53:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gordo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Frases]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O adultério é a aplicação dos princípios democráticos ao amor.&#8221; (Henry Louis Mencken)</p>
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		<title>Sim, existe amor no fim do túnel</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 16:15:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Careca</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Rock'n roll]]></category>

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		<description><![CDATA[Já tinha preparado três idéias para croniquetas. Pensei, inclusive, em fazer uma espécie de “Você Decide”. Eu listaria os temas pra vocês escolherem qual seria a leitura mais agradável. A saber:
1.	A entrevista de Mr. Catra na revista “Trip” (nas bancas, com uma Grandene descalça na capa). Falaria principalmente sobre uma frase dita pelo cômico funkeiro: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já tinha preparado três idéias para croniquetas. Pensei, inclusive, em fazer uma espécie de “Você Decide”. Eu listaria os temas pra vocês escolherem qual seria a leitura mais agradável. A saber:</p>
<p>1.	A entrevista de Mr. Catra na revista “Trip” (nas bancas, com uma Grandene descalça na capa). Falaria principalmente sobre uma frase dita pelo cômico funkeiro: “Gosto de mulher confortável”. Pô, ninguém nunca tinha definido tão precisamente um tipo de pequena ideal: nem magra nem gorda, mas sim confortável.</p>
<p>2.	O documentário “Lôki”, de Paulo Henrique Fontenelle, que conta a maluca vida de Arnaldo Baptista, ex-líder e mentor dos Mutantes (cá entre nós, a maior banda brasileira de todos os tempos).  Especificamente eu me aprofundaria na paixão que Lúcia, atual mulher de Arnaldo, dedica ao marido. Um amor tão intenso, quase inacreditável, que salvou parte da vida do doidão e trouxe nova luz criativa para um gênio.</p>
<p>3.	E, finalmente, escreveria um tratado desavergonhado, despudorado e humilhante comentando por que a Megan Fox é tão abusadamente sexy. Sério, de todos os brinquedos bacanérrimos do filme “Transformers 2 – A Vingança dos Derrotados”, o que mais dá vontade de ter é a Megan. (Pra dar um verniz intelectual na parada, obviamente eu também associava a sexualidade da atriz com passagens do engraçadíssimo e ensandecido novo livro de Reinaldo Moraes, “Pornopopéia”.)</p>
<p>E aí, qual vocês querem ler? Bom, não adianta votar porque vou falar de outra coisa.</p>
<p><a href='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/06/megan1.jpg' title='megan'><img src='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/06/megan1.thumbnail.jpg' alt='megan' /></a></p>
<p>Sim, depois de tanto batucar nas teclas e buscar assuntos palpitantes, eis que não consigo me livrar do senhor Barack Hussein Obama, presidente do planeta.</p>
<p>Vocês viram a nova lição do cara? Ele agora simplesmente mostrou para o mundo que ainda é possível pessoas casadas há muito tempo nutrirem uma paixão mútua.</p>
<p>É, meu chapa, e você aí achando que esse negócio de viver com uma mulher por mais de quatro meses era a coisa mais chata do universo.</p>
<p>É, minha querida leitora, e você aí acreditando que príncipes encantados não resistem a dois ou três anos de casamento.</p>
<p>Sim, o amor e o tesão podem permanecer acesos mesmo quando o casal dorme juntos há milênios. Há amor no fim do túnel.</p>
<p>Turma das bodas de prata, diamante, ouro, papel, levantem as alianças e digam: sim, nós podemos. Sim, vocês podem se amar como se fosse a primeira vez.</p>
<p>Vejam que coisa incrível. O casal Obama tem tudo pra levar uma vida infernal. O sujeito é casado com Michelle há 16 anos, tem duas filhas em idade escolar, um cachorrinho e uma sogra que mora com ele.</p>
<p>Dureza, hein? Sem contar que o emprego do cara não é dos mais leves, não. Deve ser difícil dar um beijinho na patroa sabendo que dali a algumas horas você deve decidir se invade ou não o Irã.</p>
<p><a href='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/06/casalobama.jpg' title='casalobama'><img src='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/06/casalobama.thumbnail.jpg' alt='casalobama' /></a></p>
<p>E você reclamando que não tem tempo para a patroa&#8230;</p>
<p>Mirem-se no exemplo dos ocupantes da Casa Branca. Mesmo com todos esses empecilhos, o casalzinho deixa o amor ardendo em brasa no Salão Oval.</p>
<p>Outro dia mesmo, publicou o “The New York Times”, eles embarcaram num avião para Nova York, jantaram e assistiram a um show na Broadway. Depois do espetáculo, pegaram o jatinho de volta pra Washington pra brincarem um pouco nos lençóis reais.</p>
<p>Maravilha, hein.</p>
<p>Ainda mais se a gente pensar que a Casa Branca ficou oito anos sem sexo (com o Bush) e, antes, viveu oito anos de uma putaria lendária, sem nenhum romantismo (com o velho Bill).</p>
<p>Então agora surge esse havaíano pegando na perna da mulher, andando de mãos dadas, fazendo agradinhos e, dizem meus informantes, mandando ver religiosamente na madame.</p>
<p>Quer dizer então que dá, mesmo na sociedade insana e rápida de hoje, para um casamento ficar assim, quentão, pegando fogo, cheio de frisson?</p>
<p>Ninguém aqui pede pra você fretar um avião, mas demonstrar seu carinho pela patroa pode ser uma boa.</p>
<p>Nem vem com essa de pressa, pressão, preguiça. Sim, você pode.</p>
<p>Taí o Obama conduzindo os novos machos casados.</p>
<p>Por lá, pelo menos, a esperança venceu o medo. A turma tá voltando a falar de amor e de longos relacionamentos. Quem diria, hein.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Mulher sem alma</title>
		<link>http://machoperonomucho.uol.com.br/2009/06/25/mulher-sem-alma/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 13:57:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gordo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Rock'n roll]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem, estava ouvindo a maravilhosa música “Mulher sem alma”, de autoria de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito, e comecei a divagar sobre os amores e seus dissabores,  como nós, homens, nos destruímos depois de um grande amor, ainda que intimamente já o tivéssemos condenado ao ostracismo de nossos corações.
Na música cuja letra vou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem, estava ouvindo a maravilhosa música “Mulher sem alma”, de autoria de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito, e comecei a divagar sobre os amores e seus dissabores,  como nós, homens, nos destruímos depois de um grande amor, ainda que intimamente já o tivéssemos condenado ao ostracismo de nossos corações.</p>
<p>Na música cuja letra vou transcrever na voz de seu Noronha, o homem reclama por ser um dos amores da tal mulher sem alma. Mas chifres a parte, será que alguma mulher tem alma?</p>
<p>Não importa. Somos loucos por elas e as danadas se aproveitam disso. Somos bons para elas sem esperar nada em troca, elas muitas vezes nos levam as pulseiras, os anéis, os dedos e ainda nos deixam na lona, sem ter onde cair morto, à beira do precipício que é viver sem uma mulher ao lado para chamar de sua.</p>
<p>Uma mulher sem alma faz muitos de nós enlouquecer com a mera indiferença ao tratar aquele amor que você julgara um dia tão valioso e delicado. Ela estilhaça o seu coração desprezando todo o afeto que um dia você ofereceu a ela.</p>
<p>Mulher sem alma é o que mais existe hoje em dia, dizem meus camaradas mais próximos ainda cheirando a scotch da última balada. Elas não querem nem mesmo se divertir, querem machucar, desprezar todo homem que ama, pura e simplesmente por não ter conhecido quem lhes abrisse o coração. </p>
<p>Não há no mundo um homem sequer que não tenha se deparado com uma mulher sem alma, pois cabe a elas preparar o verdadeiro homem para seu grande amor. Acostumamo-nos a sofrer e depois da tempestade chega a bonança de um grande amor, generoso, terno e quente.</p>
<p>Mulher sem alma, seu sorriso falso e seu interesse sórdido cavam tua própria sepultura amorosa. Torna-te um campo estéril para o amor como as terras derrotadas durante as guerras do Peloponeso.</p>
<p>Não há um só homem que não caia diante de uma mulher sem alma, mas há vários de nós que não se levantam sem ajuda, outro tanto não levanta de jeito nenhum e aos sobreviventes resta o consolo da vida adiante.</p>
<p>Seu Noronha, que teve a oportunidade de conhecer Nelson Cavaquinho, Ismael Silva e o príncipe Paulinho da Viola entre outros tantos gênios do samba, é categórico ao afirmar: “Mulher sem alma é a música definitiva sobre a mulher”.</p>
<p>Pobre Noronha, ainda hoje de bar em bar rememora o desgosto e o desprezo de uma mulher sem alma com quem  teve um desses affairs fatídicos. Sem alma, a mulher roubou a dele e seguiu a vida, o coitado parou no tempo e segue a destruir seu fígado e  cantar a música:</p>
<p>Fui tão bom pra ela<br />
Dei meu nome a ela<br />
Tudo no princípio eram flores<br />
Sem saber que eu era demais<br />
Entre seus amores.</p>
<p>Quase passei fome<br />
Para honrar seu nome<br />
Tropecei nos erros<br />
De uma mulher sem alma<br />
Mas eu não perdi a calma.</p>
<p>Eu não sei porque isso acontece<br />
Em minha vida<br />
Mais uma ferida<br />
No meu peito a sangrar<br />
Só a minha fé<br />
É que me traz consolação<br />
Pra tanta humilhação<br />
Que eu vivo a suportar.</p>
<p>Fui tão bom pra ela<br />
Dei meu nome a ela<br />
Tudo no princípio eram flores<br />
Sem saber que eu era demais<br />
Entre seus amores<br />
Quase passei fome<br />
Para honrar seu nome<br />
Tropecei nos erros<br />
De uma mulher sem alma<br />
Mas eu não perdi a calma.</p>
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		<title>&#8220;O culpado pelo adutério é a química da busca pela perpetuação da espécie humana.&#8221; (Ari Fiúza)</title>
		<link>http://machoperonomucho.uol.com.br/2009/06/24/o-culpado-pelo-aduterio-e-a-quimica-da-busca-pela-perpetuacao-da-especie-humana-ari-fiuza/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 11:52:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gordo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Frases]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O culpado pelo adutério é a química da busca pela perpetuação da espécie humana.&#8221; (Ari Fiúza)</p>
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		<title>&#8220;O adultério é justificável: a alma necessita de poucas coisas; o corpo, muitas.&#8221; George Wells Herbert</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 12:52:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gordo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Frases]]></category>

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		<title>Por que o mundo é dos nerds</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 15:11:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Careca</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Rock'n roll]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, ninguém está mais apto pra pegar mulher do que o nerd. Sinto muito, rato de academia. Tchau pra você, playboy da Pink Elephant. Au revoir, intelectual da Vila Madalena. Um abraço, mocinho sensível. Adeus, guitarrista de banda emo.
Agora o negócio é com eles, com essa turma que há décadas vem se armando pra quebrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, ninguém está mais apto pra pegar mulher do que o nerd. Sinto muito, rato de academia. Tchau pra você, playboy da Pink Elephant. Au revoir, intelectual da Vila Madalena. Um abraço, mocinho sensível. Adeus, guitarrista de banda emo.</p>
<p>Agora o negócio é com eles, com essa turma que há décadas vem se armando pra quebrar geral.</p>
<p>O bagulho é doido e a vida é louca. E não há sujeito mais preparado pra enfrentar a doideira desse admirável mundo novo do que um nerd.</p>
<p>E vou ainda um tanto mais longe: nerd só não pega quem ele quiser porque não quer. Só por isso você ainda vê as pequenas com esses tipos que citei no começo dessas mal traçadas.</p>
<p>Foi-se para o espaço aquele sujeito de óculos, meio abobado, punheteiro, que jamais conseguia um contato íntimo com a realidade.</p>
<p>Aquele boboca simplesmente inventou um novo universo pra poder transitar. E agora, meu chapa, a descoberta: você está nele.</p>
<p>Isso mesmo, você foi engolido pelo cotidiano de um nerd. Tudo que está aí do seu lado, inclusive os peitões de silicone dessa gostosura que agora tenta ler essas linhas por cima de seu ombro, foi imaginado por essa turma de simpáticos malucos.</p>
<p>Seja em séries gringas, como a “The Big Bang Theory”, em novelas brasileiras, nos filmes geniais produzidos e dirigidos pelo Judd Apatow, nos realities&#8230; Eles estão com tudo.</p>
<p>Sabem por quê? Arrá. Sabe sim. Porque estamos na era do conhecimento, do virtual, do cérebro – e não da força física.</p>
<p>O cara mais poderoso do mundo é nerd (Obama).</p>
<p>O mais rico é nerd (Bill Gates – eu sei que ele não é o mais rico, mas vamos deixar assim pra reforçar a tese).</p>
<p>O mais fofinho é nerd (Michael Cera, de “Juno”).</p>
<p>O filme mais legal do ano até agora (“Star Trek”) é nerd.</p>
<p>Até o Rodrigo Santoro é nerd, pô (ou você acha que toda essa dedicação ao trabalho e ao estudo não é coisa de nerd?).</p>
<p>Pra deixar a coisa em tópicos e mais palatável pra ler na internet:</p>
<p><a href='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/06/nerd.jpg' title='nerd'><img src='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/06/nerd.thumbnail.jpg' alt='nerd' /></a></p>
<p>VANTAGENS DE FICAR COM UM NERD</p>
<p>- Você terá todos os filmes, séries e músicas da moda. Esses caras baixam até o filme que o Spielberg ainda nem filmou.</p>
<p>- Jamais você terá problemas com informática. Já imaginou quanto tempo você perde procurando sites e com o seu computador dando pau? Isso vai acabar.</p>
<p>- Eles não reclamam nunca. Se você estiver com vontade de sair e encher a cara com as suas amigas, beleza. Seu namorado nerd deixa e ainda fica feliz (ele terá uns momentos de paz pra fazer alguma coisa virtual – e longa – com alguns amigos – também virtuais).</p>
<p>- Eles sabem tudo sobre sexo (graças aos anos de teoria adquiridos em sites – bem bacanas, por sinal).</p>
<p>- Eles conversam sobre tudo e sabem calar a boca se você pedir.</p>
<p>- Não vêem muita graça no futebol e no Caetano Veloso.</p>
<p>- Choram.</p>
<p><a href='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/06/obama.jpg' title='obama'><img src='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/06/obama.thumbnail.jpg' alt='obama' /></a></p>
<p>DESVANTAGEM DE FICAR COM UM NERD</p>
<p>- Choram (muito – principalmente quando a internet está lenta).</p>
<p>- Não gostam de futebol e do Caetano Veloso. E você sabe que é sempre divertido falar que gosta do Caê (pra causar polêmica no bar) e exaltar o Ronaldo e o Corinthians.</p>
<p>- Sabem tudo sobre sexo (na teoria, na prática tem muita mulher devolvendo o nerd pra revisão técnica).</p>
<p>- Não reclamam nunca. Parece que não têm ciúmes. E pode existir um parceiro mais melancolicamente chato do que aquele que jamais demonstra ciúmes?</p>
<p>- Você não consegue mexer no computador sem o nerd te dar dicas de atalhos e perguntar “como você ainda não tem twitter? Vou fazer um aqui pra você agora mesmo&#8230; Pronto. @namoradinhafofa”.</p>
<p>- Você terá pilhas de filmes, músicas e séries que jamais vai assistir. E isso pode iniciar uma angústia terrível que acaba num trauma psicológico profundo.</p>
<p>Na próxima vida, eu quero ser nerd. Ou não.</p>
<p>Pensando nos tópicos acima, percebo como o mundo hoje está realmente complicado.</p>
<p>Os nerds conseguiram construir um planeta onde as vantagens e desvantagens são a mesma coisa. Cacete, cadê aquela simplificação dos velhos tempos, quando a humanidade simplesmente se dividia entre bons e maus?</p>
<p>É, queridas pequenas e diletos leitores, o mundo é dos nerds.</p>
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