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	<title>Macho pero no Mucho</title>
	<link>http://machoperonomucho.uol.com.br</link>
	<description>Comportamento masculino, drogas, sexo e rock</description>
	<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 23:03:45 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>As dicas estranhas da revista da Joyce</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 22:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Careca</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Rock'n roll]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava lendo a nova edição da revista “Joyce Pascowitch” exclusivamente porque lá você encontra uma entrevista com o folclórico Carlo Mossy (uma mistura de Brad Pitt, Jece Valadão e Porfírio Rubirosa).
Figuraça. As próximas palavras certamente serão sobre ele e sua teoria de que “não existe mulher que não saiba transar bem”.
Porém, no meio de algum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava lendo a nova edição da revista “Joyce Pascowitch” exclusivamente porque lá você encontra uma entrevista com o folclórico Carlo Mossy (uma mistura de Brad Pitt, Jece Valadão e Porfírio Rubirosa).</p>
<p>Figuraça. As próximas palavras certamente serão sobre ele e sua teoria de que “não existe mulher que não saiba transar bem”.</p>
<p>Porém, no meio de algum luxo, sempre existirá o lixo, certo Joãosinho?</p>
<p>Então, depois de várias páginas interessantes, encontrei lá um box com dicas do que as mulheres podem fazer em novembro. O título é: “Novembro é mês bom para&#8230;”.</p>
<p>São 13 pérolas do&#8230; Do que mesmo?</p>
<p>Como aqui o nosso interesse é no comportamento, na cultura e na bobagem, esse texto é antológico.</p>
<p>Fiquei tão abestalhado que não consegui comentar ou fazer troça. Por isso, enviei o artigo para o nosso nobre professor-doutor José Ortiega Muñonez, conselheiro desse sítio. Pedi para ele redigir alguma explicação para esses tópicos.</p>
<p>Ele mora em Falsificácion, no Paraguay, com suas três esposas. Não, ele não é mórmon. Apenas gosta de um rabo-de-saia.</p>
<p>Foi a sua mulher Número Dois (segundo o Ortiega, a que escreve melhor) que deu seus pitacos sobre os conselhos da revista.</p>
<p>Vejam se vocês concordam mais com a Joyce ou com a nobre esposa do José. Em negrito, o texto da magazine. Abaixo, os comentários.</p>
<p><strong>- Comprar um novo par de óculos escuros – Tom Ford ou Alain Mikli<br />
</strong><br />
Primeira dica furada. Aqui no Paraguay Tom Ford já era. Chegaram uns bons pra cacete. Acho que é Armani. Vou verificar. Cinco euros a dúzia.</p>
<p><strong>- Pensar rápido em um enfeite de Natal menos óbvio e mais divertido que as árvores de sempre<br />
</strong><br />
Quem disse que árvore de natal é divertida? Luzinhas de natal são divertidas. Bolas de natal são divertidas. Mas árvore&#8230; Árvore é chata.</p>
<p><strong>- Dar um retoque nas luzes do cabelo – uma clareadinha mínima<br />
</strong><br />
Sou loira natural, filha! E o José Ortiega jamais faria luzes. Ele é homem.</p>
<p><a href='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/11/drexler1.jpg' title='drexler'><img src='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/11/drexler1.thumbnail.jpg' alt='drexler' /></a></p>
<p><strong>- Ouvir tudo que é canção de Jorge Drexler&#8230;<br />
</strong><br />
Cê tá brincando que vou ouvir um uruguaio. E por que raios o Drexler cai bem em novembro? Mês do cachorro louco não é agosto?</p>
<p><strong>- Deixar as camisolas do verão quarando no sereno&#8230; romântico, não?<br />
</strong><br />
Não sei que merda é essa de “quarando”. Nem tenho camisola. O Zé gosta que eu durma peladinha. Isso sim é romântico, filha.</p>
<p><strong>- Testar todas as receitas de sopas frias e ceviches para arrasar no verão<br />
</strong><br />
Mas que mania. Primeiro quer ouvir o porra do uruguaio, agora quer comer comida peruana. Que fixação com a América do Sul. Pensa grande, mulher. Pensa em Paris, Veneza, Lisboa. Pára com essa pobreza.</p>
<p><strong>- Arriscar fazer em casa uma caipirinha inédita – se é que isso é possível&#8230;<br />
</strong><br />
Porra, se é possível. Você nunca provou a pinga paraguaya, filha. Sempre uma emoção diferente. Principalmente no dia seguinte.</p>
<p><strong>- Aprender a dar aquela tradicional voltinha de retorno na piscina (virada olímpica), assim que cumprir o percurso – sem engolir água, claro<br />
</strong><br />
Não, você tá de brincadeira, né?</p>
<p><strong>- Ler rapidinho o novo livro do Philip Roth, por enquanto só na versão original, “The Humbling”<br />
</strong><br />
Ah, tempo pra colocar a camisola no sereno e dar volta olímpica, você tem né? Agora, pra ler um dos maiores escritores norte-americanos da atualidade, você tá apertadinha? Vai se catar, filha. Aqui em casa nóis é pobre, mas culto. O Zé faz questão de transar com a gente só depois de ler umas duzentas páginas por dia.</p>
<p><strong>- Convidar uma amiga para fazer massagem no mesmo horário e lugar, só para poder colocar o papo em dia<br />
</strong><br />
Massagem? Não é mais fácil chamar pra encher a cara ou dividir um homem? Não é mais divertido? Que dicas são essas, cacete? Para freiras?</p>
<p><strong>- Fazer uma lista de presentes de Natal sensata, enxuta, porém amorosa – e generosa<br />
</strong><br />
Rararararara. Não, pode parar, por favor. A maior contradição que já li. Careca, fala que você inventou essa merda, vai&#8230; Lista de presente sensata, enxuta e generosa? Falou.</p>
<p><strong>- Jurar de pés juntos que não vai sucumbir ao esmalte verde, nem que seja Chanel<br />
</strong><br />
Ok, parei. Você tá me zoando. Nenhuma revista publicaria um lixo desses. Tô fora. Agora entendi que perdi meu tempo. Beijo e não me liga.</p>
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		<title>&#8220;Beber é uma forma de suicídio em que a gente pode voltar à vida e começar tudo de novo no dia seguinte.&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 21:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Careca</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Frases]]></category>

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Charles Bukowski
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Beber é uma forma de suicídio em que a gente pode voltar à vida e começar tudo de novo no dia seguinte.&#8221;<br />
Charles Bukowski</p>
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		<title>A verdade sobre os solteirões de hoje em dia</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 17:10:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gordo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Drogas]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabe, ultimamente ando ouvindo muita abobrinha de gente que confesso esperava mais. Sabe aquelas baboseiras do tipo: “eu não me caso nem a pau”, “se posso ter todas as mulheres por que vou escolher ficar com uma” e outras que vocês devem saber melhor que eu.
Juro, tenho sido condescendente com essa moçada, falando que eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe, ultimamente ando ouvindo muita abobrinha de gente que confesso esperava mais. Sabe aquelas baboseiras do tipo: “eu não me caso nem a pau”, “se posso ter todas as mulheres por que vou escolher ficar com uma” e outras que vocês devem saber melhor que eu.</p>
<p>Juro, tenho sido condescendente com essa moçada, falando que eles vão encontrar seu caminho de verdade, mas me cansei depois de tanta babaquice, que resolvi escancarar nestas mal traçadas. Vou falar o porque de tanta gente se cagar de pensar no outro. Por isso, espero coletar a ira dos auto-proclamados solteirões e colher os píncaros da glória dos seres humanos de verdade.</p>
<p>Tenho hoje 34 anos, sou casado e pai de uma menininha linda e como todo ser humano vivo momentos gloriosos com a minha mulher e filha, alternado por momentos de tédio e outros de infelicidade, ou seja, nada disso nos torna melhores ou piores que os outros, apenas demasiadamente humanos, com todas idiossincrasias que esta palavra carrega.</p>
<p>Mas de todos os solteirões convictos que conheço e conheci o tal rei da noite está realmente se acabando, aquele sujeito que tem convicção numa vida promíscua como todo homem gostaria de ter. Esse cara “cafa” de verdade está tendo de dividir seu Monte Olimpo com um tipo de solteiro que de perto não passa nem no teste da farinha, mas deixemos isso de lado e vamos nos ater aos fatos e tipos que descrevo a seguir:</p>
<p>1º tipo Enrustido<br />
O cara não dá um passo sem consultar o horóscopo, tem uma mãe obsessivamente dominadora e uma mulher, não importa qual, sempre bastante problemática para ele exercitar sua principal qualidade de homem: ser bonzinho. O sujeito é gay, mas só ele não sabe ou se sabe finge não saber. O cara é solteiro convicto, bate no peito para falar, mas basta colocar um cano na frente dele e duas ou três caipirinhas que o sujeito se solta na pole dance que nem abelha no melaço. Gente o cara não é solteiro, é gay, mas não tem colhões para assumir, ok? Não me faça fingir que não sei e cada um segue no seu mundinho, eu entre as fraldas fedidas, mamadeiras e chupetas e você com suas bondades e fofices por aí, combinados?</p>
<p>2º tipo Pai jovem<br />
O cara teve filho cedo, teve de se privar de grande parte das canalhices e babaquices que se faz quando temos 18 ou 20 anos e por isso agora  ele quer descontar. O mundo é seu penico e ele acha que todos que não estão com ele são contra ele. Quer ser admirado por todos custe o que custar. Ele é o verdadeiro espírito do Tio Sukita, ainda que tenha apenas 30 e poucos anos. Ele quando encontra com você sempre preocupado com as contas te chama de babaca e logo convida para tomar um scotch, se você não for fica ofendido e fala que você virou um puta careta. Gente o cara não é solteiro convicto, apenas está tentando viver uma liberdade que não teve e tão logo encontre um novo amor, vai se casar e ter mais filhos como manda o figurino. O cara é um casadoiro posando de solteirão, ok?</p>
<p>3º tipo Sovina<br />
O cara vive sendo o tal. Ele até parece bacana, simpático e bom papo, claro, para quem o conhece superficialmente. Adora bossa nova, afinal para ele tudo sempre está bom. Ele chega na balada e toma gole da bebida de todos os “amigos”, um verdadeiro chupim e quando não está se beneficiando do gasto de alguém, arruma uma namoradinha, mas logo o caso termina pois o cara é tão sovina, mas tão sovina, que  só ele quer ter prazer e regula até os orgamos da namorada, afinal este sujeito é um tipo de Gerson do ano 2000, saca? Sempre quer levar vantagem em tudo.  </p>
<p>4º tipo Complexado<br />
O cara sempre foi feinho, sem graça e na balada vivia da chepa dos amigos. Nunca conseguia catar, sei que alguém vai reclamar do termo,  ninguém. Ele era feio de doer. Não adiantava dar conselho, explicando para ele que homem não precisa ser bonito, mas charmoso e tal. O cara era podado pela sua falta de beleza e ponto. Ele se recusava a ser algo além. Eis que chegaram cremes de beleza, peeling e toda aquela parafernália e  o sujeito usa, até da uma melhoradinha, mas não consegue assumir nenhum compromisso, pois sempre acha que uma outra namoradinha pode ser melhor que a última, tem aquela cabeça de chepa e simplesmente nega-se a aceitar que alguém possa realmente querer ficar com ele.</p>
<p>Sei que muitos de vocês leitores vão identificar um ou outro sujeito no seu prédio, na sua faculdade ou no trabalho, tenho certeza. Esses são os 4 tipos mais encontrados de solteirões nas noites brasileiras. O solteirão “The original” está cada vez mais em falta, canibalizado por esses tipinhos que arvoram-se o direito de clamar a plenos pulmões sua solteirice sem opção, bem diferente das personagens interpretadas pelo nosso saudoso Valadão. Lembram dele?</p>
<p>Está aberta a discusssão&#8230;</p>
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		<title>&#8220;Aprendi com a experiência que as pessoas que não têm vícios têm muito poucas virtudes.&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 20:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Careca</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Frases]]></category>

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Abraham Lincoln
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Aprendi com a experiência que as pessoas que não têm vícios têm muito poucas virtudes.&#8221;<br />
Abraham Lincoln</p>
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		<title>O Monstro do ID ataca novamente</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 03:33:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Careca</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[O tempo passa, o tempo voa, e nada se prova melhor que Shakespeare. Outro dia mesmo, lendo a sucinta e perfeita biografia do genial escritor inglês (“Shakespeare – O Mundo É um Palco”, Companhia das Letras) salpicada pelo Bill Bryson, fiquei escandalosamente comovido. 
E não é que naqueles distantes e insanos tempos (estamos escrevendo sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tempo passa, o tempo voa, e nada se prova melhor que Shakespeare. Outro dia mesmo, lendo a sucinta e perfeita biografia do genial escritor inglês (“Shakespeare – O Mundo É um Palco”, Companhia das Letras) salpicada pelo Bill Bryson, fiquei escandalosamente comovido. </p>
<p>E não é que naqueles distantes e insanos tempos (estamos escrevendo sobre os séculos 16 e 17) na Grã-Bretanha, a molecada era incentivada a fumar e encher a cara dentro dos teatros?</p>
<p>Vale a pena acreditar na reencarnação só pra pensar que eu vivi o auge dos meus doze anos assistindo “Ricardo 3º” enquanto mascava fumo e bebia feito um cavalo. E arremessava alguns tomates nos atores, pois ninguém era de ferro (uma peça poderia demorar horas e horas, coisa digna do Zé Celso).</p>
<p>Mas que grande porcaria&#8230; Eu simplesmente nunca consigo começar um artigo entrando direto no tema. Acho que é algum trauma em relação aos meus empolgantes anos como jornalista de lide na esquizofrênica “Folha de S.Paulo”.</p>
<p>Bom, vamos começar essa história então. Acontece que estou chocado com essa tendência de o mundo andar pra trás. Achei que o doente era apenas o Serra e um ou outro doido capaz de proibir o cigarro com tanta dedicação.</p>
<p>Porém, parece que a cruzada é geral. O Hugh Hefner, esse velho safado e surdo dono da “Playboy”, deu (ui) uma entrevista comentando que jamais poderia cometer hoje certas ousadias que um dia fez com a cinquentona e boa magazine da coelhinha (ei, quanto há de original na Fernando Young deste mês?).</p>
<p>Mil vezes merda. Viajei de novo e não consegui entrar no tema. Vou me concentrar.</p>
<p>E volto para o Shakespeare. O caso da menina Geisy, na Uniban (ainda, aquela que apareceu com um vestido curto e blábláblá), mostra que jamais vamos superar o Monstro do ID.</p>
<p>Que catso é isso?</p>
<p>Em 1956, uns desgraçados geniais fizeram um filme chamado “O Planeta Proibido” (“Forbidden Planet”) pela MGM. É nada mais do que “A Tempestade”, a última peça de William Shakespeare, adaptada para o futuro.</p>
<p>Cyril Hume é o roteirista. Conta a história de uma nave que aporta no planeta Altair-4 e lá descobre o cientista doidão Morbius (Próspero, na peça do inglês), sua deliciosa filha Altaira e o robô-criado Robby (se os robôs de “Guerra nas Estrelas”, “Perdidos no Espaço” e mais uma dúzia de máquinas fizessem o DNA, iriam descobrir que Robby era pai de todos eles).</p>
<p><a href='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/11/forbidden.jpg' title='forbidden.jpg'><img src='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/11/forbidden.thumbnail.jpg' alt='forbidden.jpg' /></a></p>
<p>Essa turma bem louca vive nesse canto do universo porque o Morbius quer descobrir como uma raça absurdamente inteligente e esperta (os Krell), que antes habitava o lugar, foi exterminada sem deixar muitos vestígios.</p>
<p>Atenção, pode ser que eu esteja cometendo diversas modificações na história, pois assisti essa obra-prima há muito tempo numa fita pirateada ainda em VHS (se é que assisti, ou não invento aqui essas porcarias todas).</p>
<p>Fato: a tchuc-tchuc Anne Francis interpreta a desejada filha do doutor maluco. Ela reside numa espécie de Shangri-lá. Mas a aparição da moçada da nave espacial faz a menina ativar os hormônios todos. Imaginem o que pode acontecer com um planeta onde só existem machos, um robô e uma fêmea que usa roupinhas sacanas.</p>
<p>Ah, vale a pena lembrar que o comandante da missão pra descobrir o que acontece em Altair-4 é honradamente chancelado por um sério Leslie Nielsen (nosso chefe em “Corra que a Polícia Vem Aí”).</p>
<p><a href='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/11/forb.jpg' title='forb.jpg'><img src='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/11/forb.thumbnail.jpg' alt='forb.jpg' /></a></p>
<p>Onde quero chegar? Não muito longe, meus amigos.</p>
<p>O filme até hoje é lembrado por ter inventado a minissaia. É isso aí. </p>
<p>Quantas voltas, não?</p>
<p>Anne Francis veste o tempo todo um delicioso vestido curto. A mulher era um foguete.</p>
<p>Todo o figurino da obra é ousado. Não à toa “O Planeta Proibido” é um dos grandes longas de ficção-científica de todos os tempos. Dizem que antes dele ninguém tinha colocado aquelas roupinhas tão provocantes.</p>
<p>Vestidos curtos, meu povo, num filme de Hollywood de 1956. Hey, ho, let´s go. E, como diria o velho Tarantinho: “viva o cinema”!</p>
<p>E o que isso nos faz recordar do caso Uniban?</p>
<p>Caramba, não avisei que a gente ia parar nessa universidade?</p>
<p>Spoiler bacaninha agora mesmo. Acontece que os tripulantes da nave do Leslie Nielsen começam a ser dizimados. E o aparentemente pacato lugar vira um pandemônio por causa do terrível&#8230;</p>
<p>MONSTRO DO ID!!!!!</p>
<p>E que treco é esse?</p>
<p>Nada mais do que uma projeção gosmenta e disforme dos medos e sentimentos negativos do doutor Morbius, o pai da gostosa!</p>
<p>Fácil imaginar a conotação incestuosa, freudiana e maluca dos autores da história.</p>
<p>Claro, o cientista não consegue resistir aos encantos da filhinha vestida em trajes sumários. Nem esconder o ciúmes que sente ao ver toda uma galera se aproximar da menina (antes intocada e virginal reinando num planeta distante).</p>
<p>O Monstro do ID atacou lá na ficção-científica. E mandou ver na Uniban. E sempre estará entre nós.</p>
<p>Eternamente vamos transformar nossos desejos, repressões e maldade em algo gigantesco e gosmento.</p>
<p>Neste exato instante, o bichão está sendo alimentado de forma nababesca, como um Pantagruel faminto.</p>
<p>O caso Uniban é simplesmente mais uma manifestação do Monstro do ID (e eu não parei de beber, como prometi no último artigo).</p>
<p>Só a ficção explica. E o Contardo também.</p>
<p>Toda nossa repressão, sentimentos negativos, censura etc. têm que parar em algum lugar. Nada melhor do que serem depositados no Monstro do ID.</p>
<p>Vamos jogando tudo nesse lixão metafórico, que é alimentado por desavisadas Geizys, por meninas e meninos que ousam se divertir, ser mais livres que a gente.</p>
<p>E ao ver esses grandes filmes de ficção, percebemos que a coisa não vai melhorar no futuro, não.</p>
<p>Olhe no armário. O mundo, o governador, vocês, estarão lá, arremessando sentimentos para o bichão.</p>
<p>E ele, com sua boca enorme, engordará mais algumas toneladas. Feliz. Pronto pra depois te atacar.</p>
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		<title>A importância do fracasso amoroso</title>
		<link>http://machoperonomucho.uol.com.br/2009/11/09/a-importancia-do-fracasso-amoroso/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 02:56:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Careca</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Rock'n roll]]></category>

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		<description><![CDATA[Outra noite quase saí no tapas na mesa do boteco. Antes que vocês descubram que sou capaz de brigar com alguém (só não dou porrada porque sou fraco), vale afirmar que “tapas” são aqueles petiscos espanhóis.
Já estava meio de saco cheio daquela reunião com conhecidos e meia dúzia de inimigos num bar que pretensamente homenageava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outra noite quase saí no tapas na mesa do boteco. Antes que vocês descubram que sou capaz de brigar com alguém (só não dou porrada porque sou fraco), vale afirmar que “tapas” são aqueles petiscos espanhóis.</p>
<p>Já estava meio de saco cheio daquela reunião com conhecidos e meia dúzia de inimigos num bar que pretensamente homenageava a culinária da Espanha. O que valia a pena era a sangria. Ah, os tapas estavam um lixo, como o time do Palmeiras, que promete muito e cumpre pouco.</p>
<p>(Ok, estou tentando arranjar um jeito de encaixar aquela história de “sair no tapas”, mas tá difícil; vou mudar de assunto pra deixar a coisa mais atrativa.)</p>
<p>Até que alguém falou sobre a Clarice Lispector.</p>
<p>Não sou um grande leitor da ucraniana. A danada é uma daquelas falhas no meu currículo (que, em matéria de “clássicos”, é um buraco só). Mas, poxa, sei que ela é a tal (jamais vou esquecer da Lygia Fagundes, que um dia olhou bem pra  mim e pediu pra eu ler Clarice – vou atrás, Lygia, prometo).</p>
<p>De qualquer maneira, no meio daquele marasmo do boteco podre, pensei: “Epa, agora a coisa vai”. Mandei descer mais uma jarra de bebida.</p>
<p>Ainda mais porque naquele mesmo dia tinha tirado meu novo passaporte (mundo, aí vou eu). E na hora da foto, a simpática funcionária mencionou que “eu poderia sorrir”. O quê? Uma ova. Lembrei da autora de “A Hora da Estrela”, que evitava transparecer alegria nas fotografias. E fiquei de boca cerrada. Quase furioso com o estado das coisas.</p>
<p>Por quê? Ah, meu. É muito legal sempre deixar uma marca, um jeito de estar no mundo (obrigado, PSL).</p>
<p>Pensou ser lembrado como “o cara que nunca ria nas fotos”? Cool, moçada.</p>
<p>Voltando ao bar&#8230; O assunto Clarice apareceu. A tal garota contou que tinha acabado de ler uma reportagem sobre a biografia da Clarice escrita por um norte-americano (“Clarice – A Vida de Clarice Lispector”, de Benjamim Moser, Cosac Naify).</p>
<p>Segundo ela (a amiga, não a Clarice), o autor do texto na revista “Bravo!” dizia que as paixões impossíveis alimentaram a sua (da Clarice) literatura.</p>
<p><a href='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/11/clarice.jpg' title='clarice'><img src='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/11/clarice.thumbnail.jpg' alt='clarice' /></a></p>
<p>Fui lá conferir. O artigo é do sempre inspirado José Castello. Eis a linha-fina (aquela chamadinha embaixo do título) que acompanha a matéria: “Clarice Lispector amou o romancista Lúcio Cardoso, homossexual, e o cronista Paulo Mendes Campos, que era casado. As paixões impossíveis alimentaram sua literatura – e ela não foi a única escritora a se nutrir do fracasso amoroso”.</p>
<p>Moral da história: o pior amor, aquele não correspondido, também é capaz de nos mover.</p>
<p>Reconfortante, né não?</p>
<p>Pior que no dia em que soube das linhas acima, eu reagi com certo deboche. Gargalhei: “Hahahaha, claro, sempre fiquei muito feliz e contente por não ser amado. Na verdade, quem não prefere um pé na bunda? O desprezo nos leva para o futuro, para as conquistas. É muito melhor ser abandonado na triste miséria da rejeição do que ganhar beijinhos sem fim da amada. Eu? Ser correspondido? Nada disso. Ainda bem. Quero muitos foras para, quem sabe um dia, ganhar um Oscar de melhor roteiro ou um Nobel pelas letras escritas no MPNM. Arrá. Por isso sou um bosta. Sempre fui correspondido. Droga, preciso de uma rejeição agora mesmo”.</p>
<p>Puro sarcasmo.</p>
<p>Mas, no dia seguinte, quis o destino que eu assistisse ao simpático (por que a gente não consegue fazer filmes com roteirinhos banais?) “500 Dias com Ela”, de Marc Webb, em que um tristonho escritor de cartões comemorativos se apaixona pela Zooey Deschanel (levante a mão quem nunca elogiaria aqueles olhos e seu jeitinho de Minnie Mouse).</p>
<p>E qual é o assunto do filme? Justamente o aprendizado com o desamor. Ah, que droga escrever sobre certas coisas aqui. Não consigo comentar a história sem estragar o final.</p>
<p>Enfim, sei que a lição da Lispector também serve para esse enredo cinematográfico.</p>
<p><a href='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/11/zooey.jpg' title='zooey'><img src='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/11/zooey.thumbnail.jpg' alt='zooey' /></a></p>
<p>Na fita norte-americana, só depois de tomar um chega pra lá, o garotão resolve seguir seu destino, buscar suas vontades e mudar de planos. E pra melhor.</p>
<p>Ai&#8230; Eu sei que dói, mas temos que fazer aquela lambança e lembrar de nossos exemplos (ainda odeio a Daniela, minha primeira desgraça amorosa).</p>
<p>Não é que fui atrás do prejuízo toda vez que tomei uma bordoada amorosa?</p>
<p>Troquei de emprego, fiquei mais próximo das minhas vontades, comecei a escrever, viajei, tudo por causa de paixões mal resolvidas.</p>
<p>Obviamente que aqueles casos que funcionaram também me levaram pra longe. Na verdade, mais que os desencontros.</p>
<p>Droga, agora fiquei confuso.</p>
<p>Porém, o que vale é pensar na tese: mesmo o pior fora nos carrega pra conquistas?</p>
<p>Eu acho mesmo que a única porcaria dessa vida é não amar.</p>
<p>Certo, não consegui fechar o artigo. Fiquei confuso. Tanto o amor correspondido como o pé nas nádegas nos empurram pra frente?</p>
<p>Acho que sim.</p>
<p>Tá, uma conclusão possível: parar de beber enquanto escrevo. Pronto.</p>
<p>Mas querem saber? Mesmo sendo dolorido e capenga, o amor sempre bota pra quebrar.</p>
<p>Amem, rapaziada. E vocês sempre serão pessoas melhores.</p>
<p>(Juro que não quis terminar assim tão auto-ajuda – ok, acabo de jogar fora a última garrafa.)</p>
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		<title>&#8220;Uma novidade bem sucedida é uma façanha não do intelecto, mas da vontade.&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 21:15:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Careca</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Frases]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Uma novidade bem sucedida é uma façanha não do intelecto, mas da vontade.&#8221;
Joseph Schumpeter, economista
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Uma novidade bem sucedida é uma façanha não do intelecto, mas da vontade.&#8221;<br />
Joseph Schumpeter, economista</p>
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		<title>Garota da Uniban é expulsa</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 14:07:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gordo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Drogas]]></category>

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		<description><![CDATA[Ufa! Quase estava me matando, pois pensava que os alunos da Uniban eram mais retrógrados e caretas que a direção da universidade, mas aí vem a direção e me salva, expulsando a beldade suburbana do vestidinho rosa e comprovando que a cretinice é geral. O dito popular já dizia : “filho de peixe, peixinho é”. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ufa! Quase estava me matando, pois pensava que os alunos da Uniban eram mais retrógrados e caretas que a direção da universidade, mas aí vem a direção e me salva, expulsando a beldade suburbana do vestidinho rosa e comprovando que a cretinice é geral. O dito popular já dizia : “filho de peixe, peixinho é”.  </p>
<p>Digo isso porque quando uma instituição que supostamente tem como missão institucional ensinar expulsa alguém, ainda mais por um motivo tão fútil, rompe com a lógica pedagógica da troca de experiências, do crescer juntos e ao abrir mão desta valorosa missão reafirma seu compromisso com uma lógica de mercado nesfasta que supostamente preserva a marca da empresa diante da ignomínia pública.  </p>
<p>As favas com esta lógica quando o assunto é educação. É necessário ter educação para educar e senhores, creio eu, que não está longe o tempo onde alunos protestavam nus em algumas universidades públicas no Brasil e até mesmo em outras terras&#8230; O problema não é moral, e sim a falta dela por quem supostamente se aventura no ramo da educação.</p>
<p>A Geiza e suas carnes podem até tentar tirar proveito da situação que criaram, mas ninguém neste mundo podia imaginar que numa universidade algo tão canhestro pudesse acontecer. Será que não valia a pena o diálogo não só com a Geiza, mas seus colegas da “Idade da Pedra” e a direção da universidade da “Idade das Trevas”.</p>
<p>Gente o mundo avançou e não é possível que períodos históricos tão bizarramente representados neste episódio não possam dialogar e construir algum tipo de entendimento, depois de tanto sofrimento&#8230; gerado pela restrição de comida, pela Santa Inquisição e agora pela indústria do sexo midiático.</p>
<p>Estamos na “Era das Popozudas” e será que ninguém, nem mesmo na universidade que ela freqüentava,  vai chamar para si a responsabilidade de explicar?</p>
<p>Só posso dizer uma coisa, a Uniban errou em expulsá-la, ela errou ao levantar a saia e a multidão errou por hostilizá-la. Será que ninguém percebe?</p>
<p>Nosso tempo é o da paródia, aliás, por falar nela: “Penso, logo, desisto.”</p>
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		<title>Holandeses explicam caso da Uniban</title>
		<link>http://machoperonomucho.uol.com.br/2009/11/04/holandeses-explicam-caso-da-uniban/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 11:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Careca</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Drogas]]></category>

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		<description><![CDATA[Você é uma mulher bonita? Mesmo? Sempre te elogiam? Tem todos os homens que quer? Nem sabe quem escolher?
Parabéns. Você está atrasando o progresso do mundo.
Agora é comprovado. As mulheres bonitas deixam a função cerebral dos homens bem mais lenta.
Um estudo feito pela Universidade de Radhound , na Holanda (por favor, não façam piadas), constatou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você é uma mulher bonita? Mesmo? Sempre te elogiam? Tem todos os homens que quer? Nem sabe quem escolher?</p>
<p>Parabéns. Você está atrasando o progresso do mundo.</p>
<p>Agora é comprovado. As mulheres bonitas deixam a função cerebral dos homens bem mais lenta.</p>
<p>Um estudo feito pela Universidade de Radhound , na Holanda (por favor, não façam piadas), constatou que os homens que fumam maconha perdem neurônios e por isso xavecam de-va-gar e apenas sorrindo.</p>
<p>Ok, é mentira. Droga. Eu mesmo não resisti.</p>
<p>Bom, o que a pesquisa indicou – agora de verdade - é que os homens perdem parte da cabeça diante de uma mulher apresentável.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, a explicação é simples. “Como os homens passam a gastar a maior parte da função cerebral para impressionar a mulher, eles acabam ficando com mais dificuldade para soletrar, somar ou até mesmo falar coisas inteligentes em uma conversa casual”, diz a reportagem.</p>
<p>Os caras até estipularam um número: 30%. Esta é a porcentagem da diminuição da função cerebral da molecada após vidrar numa pequena.</p>
<p>Ainda bem que o treco não é cumulativo.</p>
<p>Parece (apesar de a pesquisa não apontar) que depois de um tempinho nossa mente volta a raciocinar como antes (o que não é uma boa em certos casos).</p>
<p>E quem é casado com a Mônica Bellucci? Bom, para essa turma de holandeses, o Vincent Cassel deve ser o sujeito mais estúpido do universo (pra mim, é o mais esperto e sortudo, isso sim). Não peçam para ele fazer um teste de QI depois de dar uns amassos na patroa.</p>
<p><a href='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/09/donkey.jpg' title='donkey'><img src='http://machoperonomucho.uol.com.br/wp/wp-content/uploads/2009/09/donkey.thumbnail.jpg' alt='donkey' /></a></p>
<p>Vocês não adoram a ciência?</p>
<p>Então agora o “caso Uniban” (da garota violentada emocionalmente por uma horda de débeis mentais porque estava usando um vestidinho saliente) está mais do que explicado.</p>
<p>Sabem do que se trata não é? Não? Então procure aí na rede. É mais uma reportagem fundamental para entendermos nosso tempo.</p>
<p>A garotada simplesmente ficou mais estúpida diante da beleza da mocinha. Aí, claro, regrediram até a Idade da Pedra Lascadíssima e começaram a xingar, se estapear e fazer qualquer coisa, menos usar a razão conquistada depois de anos de batalha contra o preconceito, burrice e tal.</p>
<p>Teve macho ali que perdeu uns 99,9% da função cerebral.</p>
<p>Chamem os holandeses! </p>
<p>Com certeza eles gostariam de confirmar sua tese com as cobaias brasileiras.</p>
<p>Sei que tinham meninas também envolvidas nesse incidente revelador. Bom, o que aconteceu? O caso aí é apelar para nossos amigos cientistas e pedir uma análise, porque não consigo imaginar nada razoável que justificasse tal barbaridade.</p>
<p>O que foi aquilo?</p>
<p>(Cá entre nós, é óbvio que as pequenas que ofenderam a miss Uniban estavam com uma inveja desgraçada da garota; e os caras devem ser todos uns sujeitinhos porcamente amados – mas isso é um chute de alguém que nunca leu Freud, mas já fez análise.)</p>
<p>Imaginar que na época em que eu freqüentei o banco escolar, torcia desesperadamente para que as alunas e professoras aparecessem com a menor quantidade possível de roupas (ou nenhuma, de preferência).</p>
<p>Hoje, a donzela surge toda produzida, sexy, e em vez de aplaudir a iniciativa, a turma vaia? </p>
<p>Sei lá. Vou ligar agora mesmo para Radhound.</p>
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		<title>&#8220;Podem ficar com a realidade/ esse baixo astral/ em que tudo entra pelo cano/ eu quero viver de verdade/ eu fico com o cinema americano.&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 20:05:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Careca</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Frases]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Podem ficar com a realidade/ esse baixo astral/ em que tudo entra pelo cano/ eu quero viver de verdade/ eu fico com o cinema americano.&#8221;
Paulo Leminski
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Podem ficar com a realidade/ esse baixo astral/ em que tudo entra pelo cano/ eu quero viver de verdade/ eu fico com o cinema americano.&#8221;<br />
Paulo Leminski</p>
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